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CAPA

EDITORIAL (JC pág. 2)
Eleição CFM - "Campanhas devem debater ideias e propostas" (Henrique Carlos)


ENTREVISTA (JC pág. 3
Diretor da FMUSP propõe alternativas para melhora do ensino médico


ATIVIDADES 1 (JC pág. 4)
Cremesp comemora plenária histórica nº 4.000 e homenageia conselheiros


ATIVIDADES 2 (JC pág. 5)
Acompanhe relatório final do fórum de Cooperativismo Médico


GERAL 1 (JC pág. 6)
Marcos Mercadante alerta para nº insuficiente de psiquiatras voltados para jovens


ELEIÇÃO CFM (JC pág. 7)
Médicos podem escolher o modo de voto: por correspondência ou presencial


ATIVIDADES 3 (JC págs. 8/9)
Portal do Cremesp estreia novidades, no conteúdo e no visual


ÉTICA (JC pág. 10)
A especialidade perícia médica sob os aspectos legal, ético e científico


VIDA DE MÉDICO (JC pág. 10)
Vandyck Neves da Silveira comemora 40 anos dedicados à Medicina


FARMACOVIGILÂNCIA (JC pág. 12)
Sobravime defende maior atenção na prescrição de medicamentos


GERAL 2 (JC pág. 13)
Realizações do Programa de Educação em Saúde para a Comunidade, do Cremesp


ALERTA ÉTICO (JC pág.14)
Dúvidas frequentes analisadas e esclarecidas pelo Cremesp


GERAL 3 (JC pág. 15)
Instituição comemora crescimento expressivo no primeiro ano de funcionamento


INFLUENZA A
Informações técnicas sobre o vírus influenza A - H1N1


GALERIA DE FOTOS



Edição 259 - 05/2009

ELEIÇÃO CFM (JC pág. 7)

Médicos podem escolher o modo de voto: por correspondência ou presencial


ELEIÇÃO CFM

Comissão Eleitoral inicia trabalhos em São Paulo

A Comissão Eleitoral do Estado de São Paulo deu início, em 11 de maio, aos trabalhos para a eleição do Conselho Federal de Medicina (CFM) da gestão 2009-2014.  A Comissão é  presidida por Carlos Alberto Grandini Izzo e secretariada por  Delcides Zucon e Luiz Celso Mattosinho França. O Cremesp solicitou a três entidades médicas do Estado – Associação Paulista de Medicina (APM), Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) e Academia Paulista de Medicina –  que cada uma indicasse um médico para compor a Comissão Eleitoral. 

Este ano a eleição será mista, ficando à escolha do médico, tanto da Capital como do Interior, votar por correspondência ou presencialmente. Essa alternativa visa a facilitar a vida daqueles que estão em trânsito nos dias de votação.

Voto presencial
Nos dias 1º e 2 de julho, os médicos paulistas podem eleger presencialmente seus representantes no CFM. Mas, atenção, para o voto presencial haverá urnas disponíveis, das 8 às 20 horas, em apenas duas localidades da Capital  – na  sede do Cremesp, na rua da Consolação, 753; ou na subsede da Vila Mariana, rua Domingos de Morais, 1810.  Os médicos deverão apresentar às mesas eleitorais a Carteira Profissional de Médico ou qualquer documento de identidade pessoal com foto e, se possível, devolver o envelope de votação recebido por correspondência para que seja imediatamente inutilizado.

Voto por correspondência
O material eleitoral, incluindo a cédula e as informações necessárias para votar, será enviado pelos Correios, a partir de meados de junho, aos médicos inscritos no Cremesp, para o endereço de correspondência cadastrado na instituição. Compõem o material eleitoral: a papeleta de identificação; a cédula eleitoral e o respectivo envelope; e o envelope carta-resposta. O médico deve proceder da seguinte maneira: 

- Conferir os dados da papeleta de identificação. Se necessário, corrigir com letra legível e assinar no local indicado;
- Retirar a cédula eleitoral  do envelope, tomando o cuidado de não amassar, rasurar ou dobrar, evitando que o voto seja anulado, pois a apuração será feita por leitura ótica;
- Assinalar o voto, conforme as instruções;
- Feito isso, colocar no carta-resposta o envelope “cédula eleitoral” (com a cédula e devidamente colado), e a papeleta de identificação;
Obs.: Caso conste débito, o valor estará na papeleta de instruções para o voto. Neste caso, para votar, o médico deverá juntar à papeleta de identificação um cheque nominal ao Cremesp, no valor descrito. Caso tenha quitado o débito, enviar cópia do comprovante de pagamento. Mas, atenção, não coloque o cheque ou o comprovante no mesmo envelope destinado à cédula eleitoral. Para garantir o sigilo do voto, introduza somente a cédula eleitoral  no seu respectivo envelope.
- Fechar e colar o envelope carta-resposta. Depositá-lo em qualquer caixa de coleta dos Correios o mais breve possível (não é necessário selar);
- Serão considerados válidos somente os votos recebidos até às 16 horas do dia 2 de julho pela agência dos Correios que centralizará o processo eleitoral, localizada na rua Matias Aires, 404, na Capital.

DÚVIDAS FREQUENTES

O voto por correspondência identifica em quem o médico votou?
Isso não acontece; o direito ao voto secreto é garantido pela Constituição. O voto não cruza a identidade do eleitor. A cédula de votação estará dentro de um envelope selado pelo próprio médico, sem identificação do remetente. Este envelope possui um código de barras numerado apenas para a conferência de autenticidade, por leitura ótica, do material de votação enviado pelo Cremesp. Este envelope selado é retirado do envelope carta-resposta (este sim com identificação do médico) na frente dos fiscais de chapas inscritas e representantes da Comissão Eleitoral. Feita a checagem e confirmado exercício do voto na lista de votantes, o envelope selado com a cédula de votação é depositado em uma urna, para posterior apuração.  

O que acontece se o mesmo médico votar por correspondência e presencialmente? 
O sistema de apuração tem condições de detectar o duplo voto – por correspondência e presencial. Nesse caso, prevalecerá o primeiro que for computado.   

O que acontece se o médico não votar?
O voto é obrigatório, exceto aos médicos com mais de 70 anos. Ao que faltar à obrigação, sem justa causa ou impedimento, será aplicada multa prevista em legislação.

Quem não pode votar?
Os inscritos como médico militar e os estrangeiros, exceto os de nacionalidade portuguesa, regularmente inscritos no Cremesp.

MOVIMENTO PRÓ-SUS

Cremesp promove plenária para debater a mobilização Pró-SUS


Entidades médicas preparam mobilização

Conselheiros e diretores de diversas entidades médicas se reuniram no dia 12 de maio para discutir a preparação do Fórum Nacional e Sudeste do Trabalho Médico no Sistema Único de Saúde (SUS), realizado nos dias 28 e 29 de maio.

A reunião propôs maior divulgação da mobilização na Capital e no Interior, estimulando a participação de todos na caminhada em prol do movimento, realizada no dia 29 até o edifício da Gazeta, na Avenida Paulista. “Nosso objetivo é realizar uma mobilização que chame atenção da mídia e atinja também a opinião pública, não só a classe médica”, afirmou o vice-presidente do Cremesp, Renato Azevedo Júnior.

Acrescentou que a unificação da classe médica nesta mobilização está pautada em três pontos principais: defesa de um Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS); defesa de piso salarial mínimo nacional para a classe; e implantação da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) como referencial no SUS.

Além de Azevedo também estiveram presentes na reunião o 1º secretário do Conselho, João Ladislau Rosa; Stella Maris e Aizenaque Grimaldi de Carvalho, pelo Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp), e Tomás Smith-Howard, diretor de Defesa Profissional da Associação Paulista de Medicina (APM).



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