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CAPA

EDITORIAL (pág.2)
Renato Azevedo Júnior - Presidente do Cremesp


ENTREVISTA (pág.3)
Geraldo Ferreira Filho


ELEIÇÕES 2012 (pág.4)
Candidatura médica


CARREIRA DE ESTADO (pág.5)
Projeto de Lei 39/2012


CREMESP (pág.6)
Anuidades 2013


EXAME DO CREMESP 1 (pág.7)
Estatísticas da avaliação aplicada em 11/11


EXAME DO CREMESP 2 (págs.8 e 9)
Depoimentos dos participantes


MEDICINA ESPORTIVA (pág.10)
Doping no esporte


DIA DO MÉDICO(pág.11)
Homenagens


COLUNA DO CFM (pág.12)
Artigos dos representantes do Estado de São Paulo no Conselho Federal de Medicina


AGENDA DA PRESIDÊNCIA (pág.13)
Participação do Cremesp em eventos relevantes para a classe


SAÚDE DA MULHER (pág.15)
Programas de Atendimento


RETROCESSO (pág.16)
Anvisa libera venda de MIPs


GALERIA DE FOTOS



Edição 298 - 11/2012

SAÚDE DA MULHER (pág.15)

Programas de Atendimento


Rede de assistência a vítimas de violência é ampliada em SP


Programa de expansão ao atendimento a mulheres contará com mais quatro centros de referência


A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo lançou um programa de expansão ao atendimento a mulheres vítimas de violência doméstica e sexual, no dia 8 de outubro. A iniciativa - que amplia o modelo Bem-me-quer, implantado há 12 anos no hospital estadual Pérola Byington – forma a Rede de Atenção à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Sexual e contará com mais quatro centros de referência.

Além do Pérola Byington, já fazem parte da rede de atenção o Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism) da Unicamp; o Hospital Geral de Cotia; e o Hospital Geral de Itapecerica da Serra. A partir do início de 2013, também estarão disponíveis para o atendimento o Hospital Guilherme Álvaro, em Santos; o Hospital Geral de Guarulhos; Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto; e o Hospital das Clínicas de São José do Rio Preto, totalizando oito serviços.

Cada nova unidade do centro de referência receberá investimentos da Secretaria para a realização de adequações e qualificações dos serviços prestados. Além disso, o Pérola Byington também terá verba extra para contratação de mais obstetras, pediatras, psicólogos e enfermeiros. Em dez anos, o hospital atendeu 25 mil casos, e a rede de atendimento notificou 21.680 ocorrências, em 2011.


Modelo de atenção iniciado pelo Pérola Byington terá um total de oito unidades de atendimento


Saúde pública
“Os casos de violência sexual e doméstica devem ser encarados como questão de saúde pública”, diz a coordenadora do Programa de Saúde da Mulher na Secretaria de Saúde, Karina Calife. “Com a expansão da rede de atendimento, o acesso aos serviços será facilitado. Nós esperamos um aumento de 10% a 15% no número de vítimas atendidas.”

A assistência oferecida nesses centros, além da psicológica e social, é de apoio à prevenção da gravidez em decorrência da violência sexual, incluindo a realização de abortos previstos em lei, tratamentos para traumatismos genitais, contracepção de emergência e medicamentos para evitar infecções, como a hepatite.



Diretrizes clínicas


SUS adota gabapentina para tratamento da dor crônica


A gabapentina passará a ser utilizada no Sistema Único de Saúde (SUS) para o tratamento de pacientes portadores de dor crônica. O fármaco é uma das novidades incorporadas ao Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas da Dor Crônica, do Ministério da Saúde. A portaria nº 1.083, de 5 de outubro de 2012, traz a inclusão do medicamento e orientações aos profissionais da saúde quanto aos critérios de diagnóstico, tratamento, controle e avaliação por parte dos profissionais.

De acordo com a portaria divulgada pelo Ministério da Saúde, “em função de sua eficácia consolidada no controle da dor neuropática, a gabapentina deve ser utilizada sempre que houver intolerância ou refratariedade da dor ao uso de antidepressivos tricíclicos e demais anticonvulsivantes preconizados no Protocolo”. Essas medidas são resultado da consulta pública realizada em 2011, que previa a atualização do protocolo clínico de 2002.
A gabapentina é indicada para terapia adjunta em crises focais, com ou sem generalização secundária, em pacientes com mais de 3 anos de idade, segundo o protocolo.



Pré-natal

Teste rápido para sífilis


O teste rápido de sífilis congênita será implantado no programa para gestantes do Sistema Único de Saúde (SUS) durante o pré-natal. As iniciativas para essa implantação foram apresentadas durante videoconferência com as secretarias estaduais e municipais de saúde, no dia 3 de outubro. Dados de 2011 do Ministério da Saúde (MS) apontam que a proporção de casos de sífilis em mulheres é de cinco para cada 1 mil nascimentos e, com a implantação do teste, o Brasil compromete-se com a eliminação da sífilis congênita até 2015.

Ainda segundo o MS, até o fim do ano, 340 mil testes serão enviados aos Estados, que deverão utilizar o exame em gestantes, melhorando a qualidade do pré-natal oferecido pelo SUS. A realização do teste rápido para detecção de sífilis leva cerca de 20 minutos para que se obtenha o resultado.

 



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