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Nesta Edição
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CAPA

EDITORIAL (pág.2)
Renato Azevedo Júnior, presidente do Cremesp


ENTREVISTA (pág.3)
José de Filippi Júnior


DEPENDÊNCIA QUÍMICA (pág.4)
Saúde mental


SAÚDE PÚBLICA (pág.5)
Gravidez na adolescência


PRÓ-SUS (pág.6)
Trabalho médico na saúde pública


ESPECIALIDADES (pág.7)
Nova área de atuação médica


COLUNA CFM (pág.8)
Artigos dos representantes de São Paulo no Conselho Federal


AGENDA DA PRESIDENCIA (pág.9)
Participação do Cremesp em eventos relevantes para a classe


EXAME DO CREMESP (pág.12)
Em reunião, faculdades de Medicina recebem resultados


SUPLEMENTO ESPECIAL (pág.2)
Edição 300: a luta do Cremesp em defesa dos médicos e da sociedade


SUPLEMENTO ESPECIAL (pág.3)
Edição 300: diferentes fases gráficas retratam a evolução do Cremesp


SUPLEMENTO ESPECIAL (pág.4)
Edição 300: relato das atuações do Cremesp como agente da sociedade (Parte 1)


SUPLEMENTO ESPECIAL (pág.5)
Edição 300: JC relata atuação do Conselho como agente da sociedade (Parte 2)


SUPLEMENTO ESPECIAL (pág.6)
Edição 300: o JC também mostrou as lutas para a melhora da saúde pública


SUPLEMENTO ESPECIAL (pág.7)
Edição 300: entidades na luta por melhor atendimento na saúde suplementar


SUPLEMENTO ESPECIAL (pág.8)
Edição 300: Cremesp manifesta sua posição por um ensino de qualidade


GALERIA DE FOTOS



Edição 300 - 01-02/2013

SUPLEMENTO ESPECIAL (pág.6)

Edição 300: o JC também mostrou as lutas para a melhora da saúde pública


SUS, PAS e novos modelos de gestão


Movimento Popular de Saúde em ato em defesa do SUS e repúdio aos senadores que votaram contra a CPMF, em dezembro de 2007


O EMPENHO POR UM


EM DEZEMBRO DE 2011, o editorial anunciava que a “saúde está de luto” em protesto contra o Senado que “ignorou apelos e rejeitou destinação de 10% da receita da União para a saúde”.  Nas edições seguintes, o Cremesp se juntava ao Movimento Nacional em Defesa da Saúde Pública, campanha que requer 1,5 milhão de assinaturas para que um novo projeto seja levado ao Congresso Nacional.


Contra o PAS

NO MEIO DESSE caminho tortuoso, o Conselho enfrentou outros desafios e desafetos. Um deles foi o Plano de Assistência à Saúde (PAS), lançado em 1995 pelo então prefeito Paulo Maluf, e mantido por seu sucessor Celso Pitta. O PAS interrompeu a implantação do SUS e a municipalização dos serviços, entregando equipamentos e edifícios públicos a cooperativas de fachada que enriqueceram sem prestar contas. As centenas de médicos que não aceitaram as mudanças foram transferidos para diferentes serviços.

A “polícia de Maluf” tenta impedir fiscalização do Cremesp nos novos módulos do PAS”, dizia o jornal de fevereiro de 1996. Em janeiro de 1999, quando o PAS já estava sendo desmontado, um artigo publicou que a existência do programa consumiu R$ 4 bilhões dos recursos públicos destinados à saúde.





OSs

AO LONGO DOS ANOS, as Organizações Sociais (OSs) vêm dividindo opiniões na gestão da saúde. Elas foram criadas em 1998, surgindo como uma alternativa para a administração da rede pública, como vem apontando o jornal desde essa época. O Cremesp posicionou-se contra a lei estadual nº 1.131/2010, seguida do decreto 57.108/2011, que permitiria a “dupla porta”, ou seja, a destinação de 25% da capacidade de atendimento dos hospitais administrados pelas OSs para pacientes de planos de saúde.





O Conselho fiscalizador

A AÇÃO FISCALIZADORA do Cremesp aparece em muitos momentos no jornal, com as Câmaras Técnicas, ou equipes de fiscalização, em visitas a estabelecimentos de saúde a fim de checar suas condições. A edição de junho de 1980 traz extensa pesquisa junto às maternidades paulistas. Mesmo tema voltaria a ser alvo de avaliação no final da década de 90, juntamente com as UTIs e os serviços de nefrologia.

Em junho de 1994, o jornal trouxe balanço de vistoria a alguns hospitais psiquiátricos do Estado. Mas já antes, em outubro de 1982, mostrava “a situação da saúde mental de São Paulo”. Foi em torno da desativação do hospital psiquiátrico Juqueri – o pior dos exemplos contra a dignidade dos pacientes – que os debates ganharam mais espaço. O Cremesp visitou o hospital em fevereiro de 1983.

Em 2006, houve uma fiscalização sobre as condições de funcionamento dos serviços de saúde vinculados ao ensino médico. Já, em abril de 2009, o jornal divulgava “levantamento inédito do Cremesp e Ministério Público” revelando “falhas no controle da infecção hospitalar na maioria das instituições vistoriadas no Estado de São Paulo”. Um ano depois, outra fiscalização apontou falhas no “atendimento psiquiátrico nos Centros de Atenção Psicossocial do Estado de São Paulo”.


sistema de saúde público, integral e universal está entre os temas mais presentes nas 300 edições do Jornal do Cremesp, ao lado da saúde suplementar e da ética na Medicina. Esse leque de atuação inclui a luta contra o subfinanciamento do SUS e as decorrências dessa política, como a insuficiência dos serviços, a falta de equipamentos e profissionais, a desumanização nos atendimentos, até os baixos honorários e a ausência de uma carreira de estado para o médico.

A principal e mais extensa campanha pela saúde pública se deu em torno da Constituinte, eleita em 1986 e cujo texto foi aprovado dois anos depois. Mas muito antes, ainda em 1980, o Jornal do Cremesp trazia em suas páginas um debate sob o título “Médicos pleiteiam política de saúde democrática”. O editorial tratava da “situação insustentável para a qual caminha a saúde da população brasileira”, pontuando tema muito atual sobre o excesso de tecnologia para poucos e a falta de atenção médica primária.  Em junho de 1981, o jornal lembrava que o Brasil se comprometera a oferecer “saúde para todos no ano 2000”, ao assinar a Declaração de Alma-Ata, três anos antes.

EM 1986, ELEITA a Assembleia Constituinte, o jornal coclamou os médicos a “influir na elaboração da política de saúde”.

EM JUNHO DE 1988, o jornal estampa na primeira página, “Constituinte aprova sistema único de saúde para o país”.  Faltava a materialização da lei, que veio com a criação do SUS dois anos depois, mas continuou faltando o financiamento que exigia o mais ousado projeto de saúde pública já imaginado. As ações, daí para frente, se tornam uma batalha por mais verbas, reivindicação que permanece na pauta de prioridades. Na comemoração de 10 anos do SUS, a Câmara Federal aprova a proposta de emenda constitucional 29, a PEC da Saúde, vinculando recursos fiscais das três esferas do governo para a saúde, mas sua regulamentação se arrasta. A edição de dezembro de 2004, o Jornal do Cremesp publicava que o “Futuro do SUS depende da regulamentação da Emenda 29”. O jornal inicia uma séria de reportagens denunciando a precariedade da saúde pública.

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