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Nesta Edição
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CAPA

EDITORIAL (pág. 2)
Mauro Aranha - Presidente do Cremesp


ENTREVISTA (pág. 3)
Regis Ricardo Assad


SAÚDE MENTAL (pág. 4)
Estresse, isolamento social e falta de diálogo podem estar na origem das tentaivas de pôr fim à própria vida


INSTITUCIONAL (pág. 5)
Parceria com Proesq visa promover a qualidade da saúde mental do médico, baseada no acompanhamento clínico e prevenção


SAÚDE SUPLEMENTAR (pág. 6)
Coren-SP é uma das instituições que passou a apoiar a campanha do Cremesp contra a proposta do MS


TRABALHO DO MÉDICO (pág. 7)
Anamnese/exame físico e exames laboratoriais ou de imagem são complementares e nunca excludentes


DATAFOLHA (pág. 8 e 9)
Pesquisa realizada pelo Datafolha identifica expectativas dos profissionais e indica bandeiras a ser encampadas pelo Cremesp


MEDICINA BASEADA EM EVIDÊNCIAS (pág. 10)
Instituição conta com cerca de 7 mil revisões sistemáticas, sendo 70% do conteúdo disponibilizado gratuitamente no País


AGENDA DA PRESIDÊNCIA (pág. 11)
Nova edição, adaptada à realidade da prática médica, inclui módulo sobre assédio sexual e revisão de termos teóricos


EU, MÉDICO (pág. 12)
Médico desenvolveu aplicativo sobre o enfrentamento da violência feminina para o movimento "Bem Querer Mulher"


JOVENS MÉDICOS (pág. 13)
Hospital das Clínicas da FMUSP passa por por um de seus momentos mais graves


EDITAIS (pág. 14)
Convocações


BIOÉTICA (Pág. 15)
Facebook, por lazer ou motivos pessoais, só deve ser acessado por médicos fora do expediente


GALERIA DE FOTOS



Edição 347 - 05/2017

DATAFOLHA (pág. 8 e 9)

Pesquisa realizada pelo Datafolha identifica expectativas dos profissionais e indica bandeiras a ser encampadas pelo Cremesp


Médicos avaliam que Cremesp cumpre seus objetivos ao defender ética

O maior número de médicos inscritos no Cremesp é do sexo masculino (54%) e tem uma média etária de 45 anos

Cremesp cumpre seus objetivos, parcial ou totalmente, segundo 97% dos médicos. Para 74% dos profissionais, o Conselho defende a postura ética da Medicina; 57% dizem que o Conselho mantém uma comunicação aberta; e 44% concordam que a instituição promove ações de responsabilidade social, de acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha, que visou ouvir e conhecer a visão dos médicos sobre o Cremesp e entender melhor suas expectativas em relação à profissão. A pesquisa quantitativa, por amostra probabilística, abrangeu 604 médicos inscritos e ativos no Estado de São Paulo, mas também houve outro estudo mais aprofundado, envolvendo seis grupos de discussão, com profissionais na Capital, Santos, Campinas, Ribeirão Preto e São José dos Campos, e entrevistando mais 56 médicos. 

 
Satisfação
O grau de satisfação com os serviços do Conselho também foi bem avaliado, sendo que 45% dos entrevistados manifestaram que estão satisfeitos ou muito satisfeitos e 32% mais ou menos satisfeitos. Entre os pontos bem avaliados pelo médico estão o bom atendimento, a comunicação com o médico inscrito em São Paulo e a boa representatividade da classe pelo Cremesp. Aliás, quatro em cada dez médicos acreditam que o papel do Conselho é representar o profissional (42%).
 
 
Tendencialmente, os entrevistados também citam que o Conselho tem como objetivo melhorar as condições de trabalho, como atuar na fiscalização, plano de carreira e benefícios (27%), fiscalizar escolas e profissionais (25%) e oferecer apoio jurídico no que tange à regulamentação da profissão e das especialidades médicas (24%), embora o Cremesp tenha em sua missão atuar em benefício da sociedade em geral, na supervisão da ética profissional médica, por meio de ações regulamentadoras, educacionais, fiscalizadoras, judicantes, cartoriais e políticas.

“A pesquisa demonstrou que os médicos têm percebido a melhoria dos serviços do Conselho. Por outro lado, apontou que, gradualmente, os médicos manifestam tendência de envolvimento com questões da sociedade como um todo, principalmente os médicos mais jovens”, analisa Mauro Aranha, presidente do Cremesp.


 
Perfil Atitudinal

Tendência aponta tenência ideológica de centro

O Datafolha apresentou aos entrevistados na pesquisa afirmações ligadas à vida em sociedade — como meio ambiente, homossexualidade, imigração e criminalidade, entre outras — para verificar com quais delas os médicos concordavam mais.
 
O intuito foi agrupar profissionais visando conhecer suas posturas frente a grandes temas da atualidade. Por meio de pontuação em relação à concordância com as frases, foram criados três grupos, dos quais o de centro reúne a maior parte dos médicos entrevistados.
 
 

Perfil dos médicos que atuam em São Paulo

  • A maioria dos 604 médicos  entrevistados pelo Datafolha trabalha na região onde reside. Entre aqueles que atuam em mais de uma cidade, dos 48% que moram na Capital, quase a totalidade (91%) atua na cidade de São Paulo, e 51%, em outros municípios da Região Metropolitana (Grande São Paulo). Da mesma forma, entre os 42% que residem no Interior, a maioria (95%) trabalha na região;
  • A concentração maior (58%) de médicos que residem no Estado está na Capital e região Metropolitana. Desses, 96% atuam nessa mesma localidade; 
  • O maior número de médicos inscritos no Cremesp é  do sexo masculino  (54%) e tem uma média etária de 45 anos de idade. 
  • A renda média individual mensal dos médicos é de cerca de R$ 19 mil (25%), mas há também uma faixa representativa (20%) cuja renda está na faixa entre os R$ 8.801 até R$ 13.200;
  • Sete em cada 10 profissionais (73%) trabalham no SUS, enquanto 61% atuam na iniciativa privada e 56%, com convênios e planos de saúde. A prevalência entre os médicos do SUS é maior entre os jovens, enquanto os mais velhos estão mais presentes na iniciativa privada;
  • A maior parte dos médicos inscritos no Cremesp tem até duas ocupações e quatro em cada dez profissionais afirmam atuar em três ou mais instituições; 
  • A jornada média do médico é de 10 horas por dia. No entanto, 42% dos profissionais afirmam trabalhar mais de 10 horas;
  • Em São Paulo, o maior número de especialistas é de Clínica Médica/Clínica Geral (16%), seguida por Pediatria (13%) e Ginecologia/Obstetrícia (10%). Pediatria é mais comum entre as mulheres, enquanto Clínica Geral é mais presente entre os jovens e entre os que atuam no SUS;
  • A maior parte dos médicos entrevistados está graduada ou fez a Residência há quase 20 anos.
 

Formação acadêmica

Apesar do pouco tempo disponível e das exigências da rotina da profissão, há maior concordância com a ideia de que os médicos priorizam ter uma boa formação acadêmica e atualização técnica (nota média de 7,2) que com a relação médico-paciente (nota média igual a 6,3). É maior a concordância sobre a relação com os pacientes entre as mulheres médicas, os mais jovens e os que atuam em município de pequeno porte. 
 

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