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EDITORIAL
Dia do Médico: emoção e carinho aos profissionais com mais de 50 anos de profissão


ENTREVISTA
Nosso convidado é Mário Tsuchiya, médico perito da Previdência Social e do IML


ATIVIDADES DO CREMESP
Recadastramento dos médicos paulistas: todos serão chamados até março de 2007


EXAME DO CREMESP 2006
Cremesp realiza, pelo segundo ano consecutivo, avaliação dos sextanistas de Medicina


DIA DO MÉDICO 1
Teatro Municipal foi palco de homenagem especial aos médicos com mais de 50 anos de profissão


DIA DO MÉDICO 2
Cremesp, APMs do ABC e Unimed/ABC homenageiam médicos da região em noite de gala


DIA DO MÉDICO 3
O Jornal do Cremesp mostra sonhos e desejos de médicos que amam sua profissão


ATUALIZAÇÃO
Estamos preparados, de fato, para "receber" a gripe aviária no país?


PREVIDÊNCIA
Aposentadoria: benefícios cada vez menores e serviços cada vez piores. Qual a saída?


ACONTECEU 1
Acompanhe a participação do Cremesp em eventos relevantes para a classe médica


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Confira as atividades de diretores e conselheiros em eventos ligados à Saúde


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Edição 230 - 10/2006

EXAME DO CREMESP 2006

Cremesp realiza, pelo segundo ano consecutivo, avaliação dos sextanistas de Medicina


Realizada a primeira etapa

Exame opcional ganha adesão de mais escolas de medicina

Ao todo, 710 alunos do 6º ano de Medicina nas 23 escolas médicas do Estado participaram da primeira etapa do Exame do Cremesp 2006, realizada no domingo, 22 de outubro. O exame é experimental, opcional e gratuito. Não é um pré-requisito para a habilitação do médico ao exercício profissional da Medicina. Os aprovados receberão um certificado, que poderá ser útil no currículo pessoal e no mercado de trabalho.

O número de alunos que fizeram o exame pode ser considerado razoável, na opinião do coordenador da Comissão do Exame do Cremesp, conselheiro Bráulio Luna Filho. “É preciso levar em consideração que o exame não é obrigatório e, por isso, o número de participantes significa que há uma compreensão muito grande da parte dos alunos em relação a esta iniciativa do Conselho”, destacou.

A prova da primeira etapa do exame constou de 120 questões cognitivas que priorizaram áreas mais comuns da medicina: pediatria, ortopedia, ginecologia e obstetrícia, cirurgia geral, clínica médica, saúde pública, saúde mental, bioética e ciências básicas. Esta prova teórica foi realizada em 14 cidades do Estado: Capital, Botucatu, Bragança Paulista, Campinas, Catanduva, Jundiaí, Marília, Mogi das Cruzes, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São José do Rio Preto, Sorocaba e Taubaté.

A segunda etapa, de caráter prático, vai simular situações clínicas e problemas práticos, englobando três questões nas áreas de pediatria, clínica médica, cirurgia, saúde mental, ginecologia, obstetrícia e bioética. Esta etapa, que exige estações multimídia para as simulações, será realizada apenas na Capital, no dia 5 de novembro. 

Este é o segundo ano de realização do exame. Em 2005, a avaliação constatou deficiências, por exemplo, nos diagnósticos e condutas em emergência, como nos casos de infarto e traumas. Também foi muito baixo (17%) o índice de acertos referente ao adequado preenchimento do atestado de óbito. E muitos dos participantes não acertaram questões relacionadas a atendimento ao parto.

Maior  participação das escolas
Segundo Bráulio Luna, as provas deste segundo exame contaram com a colaboração de professores indicados pelas próprias faculdades de Medicina. Em média, 18 escolas médicas do Estado de São Paulo participaram do processo da elaboração do Exame deste ano, comparecendo a várias reuniões com a Comissão do Cremesp.

O coordenador do Exame considera que houve um enorme avanço em relação ao primeiro realizado no ano passado. “Havia uma resistência muito grande, pois as corporações brasileiras não gostam de serem avaliadas. Mas criamos a partir da prova do ano passado um patamar que nos ajudou muito”.

Aprovação ao exame
Pesquisa feita pelo Datafolha, revela que a maioria dos médicos (83%), formadores de opinião (93%) e população (92%) considera a realizado do exame um fato muito importante. Entre os estudantes,  a maioria (62%) é contrária à obrigatoriedade do exame.

CRM´s enviaram observadores


José Antonio Cordero e Rui Barros (CRM Pará), e Bráulio Luna Filho (Cremesp) 

Conselheiros dos Estados do Pará e do Espírito Santo vieram a São Paulo acompanhar a primeira etapa do Exame do Cremesp. Ricardo Cristiano Leal da Rocha, diretor do CRM do Espírito Santo, explicou: “viemos conhecer o modelo de avaliação  que está sendo implantado pelo Cremesp”. Acrescentou que a diretoria do CRM-ES ainda não tem posição definida em relação ao exame. “Mas temos que estar informados e, se houver alguma definição a respeito de estender o exame para todo o país, estaremos preparados”. José Antonio Cordero e Rui Barros, diretores do CRM do Pará, além de conhecer o processo de avaliação, ouviram também a opinião dos estudantes que fizeram a prova. Cordero disse que “os CRM´s não podem ser penalizados, pois cabe a eles avaliar ou punir médicos recém-formados em decorrência da deficiência de sua formação médica. Uma avaliação externa e independente é fundamental”.

Opinião de quem fez a prova
Os participantes da primeira etapa do Exame, ouvidos pelo Jornal do Cremesp, em geral acharam a prova equilibrada. Veja algumas opiniões colhidas na Capital, na saída do local de exame:


“A iniciativa do Cremesp é uma importante medida para ao menos inibir a abertura de escolas de má qualidade”. Grace Mulatti – USP



“A prova abordou exatamente aquilo que aprendemos durante o curso e nos ajuda na preparação para os exames de ingresso na Residência Médica”. Carolina Bensi - Faculdade de Medicina do ABC



“Acho boa a idéia da prova, mas sou absolutamente contra sua transformação num exame obrigatório”. Luis Felipe – Unisa



“A prova foi bem feita no sentido técnico, pois visou um pouco de conhecimento e um pouco de raciocínio. Achei-a simples”. Marcus Gimenes - EPM/Unifesp



“Acho que a iniciativa de realizar o exame é boa. A prova foi bem abrangente e pertinente em relação ao que o médico deve saber para exercer a Medicina”.
Matheus Manica - Santa Casa de São Paulo


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