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    10-10-2017

    Medicina da Família

    Em debate do Cremesp, gestores de SP, RJ e SC compartilham experiências exitosas em Atenção Primária

    A Câmara Técnica (CT) de Medicina da Família e Comunidade do Cremesp promoveu na última sexta-feira (6/10), o Debate “Modelo de Atenção Primária”, na Capital. O evento, organizado pelo conselheiro e coordenador da CT João Ladislau Rosa, reuniu diversas autoridades, entre elas, o secretário municipal de Saúde de São Paulo, Wilson Modesto Pollara, o médico sanitarista, especialista em Medicina de Família e Comunidade pela AMB, do Rio de Janeiro, Daniel Soranz, o diretor de Atenção à Saúde de Florianópolis, Nulvio Lermen Júnior, e o médico e integrante da CT, Daniel Almeida Gonçalves.

    Para o conselheiro João Ladislau Rosa, o objetivo do debate “é reunir quem faz medicina da família e quem implantou serviços de qualidade no Brasil”. “São importantes municípios e com serviços em andamento, queremos ouvir e ver o que podemos fazer para melhorar e contribuir para o avanço da atenção primária no Estado de São Paulo,” defendeu.

    O conselheiro João Ladislau Rosa durante o debate

    Em seu discurso, Pollara destacou que estuda reordenar o orçamento da Saúde de São Paulo para a atenção primária, citando como exemplo a possibilidade de realocar o recurso de uma unidade de Assistência Médica Ambulatorial (AMA), que atende apenas seis pacientes por dia. “Dá perfeitamente para realizar a relocação de orçamento, sempre discutindo com os conselhos municipais, com gestores e prestadores de serviços, com os hospitais, prontos-socorros, clínicas e com a população. Aos poucos podemos mudar esse cenário,” ressaltou Pollara.

    Wilson Pollara

    Daniel Soranz revelou o caminho percorrido para alcançar os melhores resultados em sua experiência no Rio de Janeiro. “As evidências cientificas falam que para ter um bom sistema de atenção primária é  necessário terum bom acesso de primeiro contato, boa coordenação do cuidado e boa integralidade. Se esses objetivos forem cumpridos, teremos um resultado maior.”

    Por sua vez, Lermen Júnior destacou que uma atenção básica de qualidade precisa de uma estrutura adequada. “A atenção primária é formada por quatro atributos: o acesso, a integralidade, a continuidade do cuidado e a coordenação do cuidado. Se a população não tiver acesso ao primeiro atributo, ela não conseguira chegar aos outros três”.

    O debate foi aberto ao público e reuniu dezenas de participantes na Sede da Consolação do Cremesp.

       

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Fotos: Laura Jorge


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