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CAPA

EDITORIAL
Entre os destaques desta edição, um debate sobre a política de redução de danos


ENTREVISTA
Entrevista especial com Adib Jatene, diretor do HCor e membro do conselho do MASP


CRÔNICA
A crônica da vez é de autoria de Max Nunes, médico e um dos maiores nomes do humorismo brasileiro


MEIO AMBIENTE
De planeta água não temos mais nada. Ele está se transformando num enorme deserto...


CONJUNTURA
Um raio X da vocação médica mostra que a escolha vem desde muito cedo


DEBATE
Em discussão a estratégia de saúde que distribui seringas a usuários de drogas injetáveis


HISTÓRIA DA MEDICINA
Visite conosco a Capela da Sta Casa de Misericórdia de Mauá: atração cultural e turística da cidade


SINTONIA
Ludwig Van Beethoven sob o prisma de José Marques Filho, conselheiro do Cremesp


CULTURA
No interior de São Paulo, conservatório abre as portas para verdadeiros talentos da música


HOBBIE DE MÉDICO
Médicos também são apaixonados por carros... antigos!


GOURMET
As cozinhas estão sendo ocupadas pelos homens... É sinal de pratos muuuito saborosos!


TURISMO
Venha conosco conhecer a natureza preservada, a fauna e a flora das ilhas Galápagos


ACONTECE
Cirque du Soleil: enfim chega ao Brasil o espetáculo Saltimbanco. E você acha que a Ser Médico ia perder?


LIVRO DE CABECEIRA
Você já leu "O Caçador de Pipas", do médico Khaled Hosseini? Não sabe o que está perdendo...


POESIA
José Martins Fontes, poeta, médico e jornalista finaliza com chave de ouro esta Edição


GALERIA DE FOTOS


Edição 36 - Julho/Agosto/Setembro de 2006

ACONTECE

Cirque du Soleil: enfim chega ao Brasil o espetáculo Saltimbanco. E você acha que a Ser Médico ia perder?


Uma pirueta, duas piruetas...  bravo, bravo


Cirque du Soleil faz temporada de três meses em São Paulo

O Cirque du Soleil, um dos maiores do mundo, apresenta-se em São Paulo até outubro. Saltimbanco, o espetáculo em cartaz, é um antídoto contra o cotidiano que fornece uma visão otimista da vida urbana, numa aventura em que qualquer desfecho é possível, segundo o diretor de cena Franco Dragone. Com a participação de 51 artistas, com idade entre 10 e 46 anos, conta a história de um garoto que vive na metrópole. Ao longo do espetáculo, ele se transforma, explorando sua identidade e o mundo além da influência dos pais. 

A cada transformação, o palco recebe novos personagens – entre eles o Barão, o Palhaço Eddie, o Cavaleiro da Luz, a Cantora e o Mestre de Cerimônias, ao som de ritmos asiáticos, europeus e latinos. Assim, criaturas multicoloridas percorrem o palco como répteis e desafiam a gravidade em Chinese Poles; a equilibrista salta e anda de monociclo sobre duas cordas paralelas, em Double Wire; percussão e dança flamenca se complementam na apresentação das Boleadoras; catapultas atiram acrobatas a uma altura de 13 metros no Russian Swing e as trapezistas executam um verdadeiro balé aéreo, entre outras performances.  

A música mescla ritmos barrocos e cosmopolitas em que a voz humana e a percussão têm o mesmo valor. As canções formam uma seqüência fonética a partir de idiomas como o árabe, o sueco e o alemão. A banda do circo conta com voz, saxofone, teclado, baixo, bateria e guitarra. 

Para montar sua estrutura no Brasil, foram despejadas cerca de 100 toneladas de equipamentos em um terreno da Eletropaulo, ao lado da Marginal Pinheiros. Só o palco principal tem 220 m² e a arquibancada, capacidade para 2,5 mil espectadores. Antes mesmo da estréia, os ingressos, com custo entre R$ 100,00 e 250,00 já estavam esgotados para toda a temporada na Capital paulista. 

O circo hoje emprega cerca de 900 artistas, 3.500 funcionários de mais de 40 nacionalidades, acumula cerca de 240 temporadas em 90 cidades e já foi presenciado por mais de 50 milhões de pessoas. Começou sua história no ano de 1982, em Quebec, Canadá. Na Baía de St. Paul, malabaristas, engolidores de fogo e acrobatas juntaram-se para apresentações. A receptividade do público foi tamanha que resultou em um festival e na semente que originou uma das maiores empresas mundiais do entretenimento. Dois anos depois, o artista circense Guy Laliberté fundou o Cirque du Soleil, com a ajuda do Governo de Quebec. A proposta era unir as artes circenses e de rua à dança e à música – com figurinos, iluminação e sonoplastia extravagantes. 

A primeira viagem internacional teve como destino os Estados Unidos, com Le Cirque réinventé – que também viria a ser a montagem inaugural na Europa (Paris e Londres) em 1990. Desde então outros espetáculos como Nouvelle Expérience  –  que tornou-se fixo no Hotel Mirage, em Las Vegas –  levaram o Soleil aos quatro continentes.  

(Colaborou, Vanessa Miano

APRESENTAÇÃO EM SÃO PAULO 
Avenida Chedid Jafet, s/n,  esquina com a Juscelino Kubitschek  
Temporada de 3 de agosto a 22 de outubro 
Horários:  De terça a sexta-feira, sessões às 21hs; sábados às 17 e 21h e domingos às 16 e 20 hs


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