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Destaque p/reportagem especial sobre o longo e penoso processo de aposentadoria dos médicos


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Nesta edição, Giovanni Guido Cerri fala sobre sua experiência à frente da FMUSP


CRÔNICA
O escritor Ruy Castro nos brinda com seu texto divertido e inteligente, sua marca registrada


SINTONIA
Polêmico, o apelo ao consumo infantil desenfreado na análise de uma especialista no tema...


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Mata Atlântica: ainda é possível, sim, salvar o que resta desta floresta


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Aposentadoria: depois de anos de (árduo) trabalho, chega - enfim - a dificuldade maior...


DEBATE
Saúde Suplementar: especialistas no assunto avaliam as relações de mercado e a assistência à saúde


HISTÓRIA DA MEDICINA
Você conhece Alcméon de Crotona? Acompanhe a história do avô da Medicina, por José Marques Filho


ESPECIAL CENTRO DE SÃO PAULO 1
A restauração do centro da cidade devolve aos paulistanos a nostalgia dos bons tempos...


ESPECIAL CENTRO DE SÃO PAULO 2
Mercado Municipal: restauro tornou local agradável para passear, fazer compras e almoçar


ESPECIAL CENTRO DE SÃO PAULO 3
Theatro São Pedro aniversaria em plena atividade, com espetáculos de dança, música e dramaturgia


TURISMO
Prepare-se para realizar uma viagem de sonho pelo continente australiano


LIVRO DE CABECEIRA
Cartas da Guerra, de Antonio Lobo Antunes, é a recomendação de nosso delegado em Atibaia


CARTAS & NOTAS
Acompanhe o que os leitores da Ser Médico acham da revista...


POESIA
A poesia da vez é de autoria de Vladimir Mayakoviski


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Edição 39 - Abril/Maio/Junho de 2007

ESPECIAL CENTRO DE SÃO PAULO 2

Mercado Municipal: restauro tornou local agradável para passear, fazer compras e almoçar

Tinindo de bonito

Por fora, o Mercado Municipal parece um bolo de casamento no meio de uma das áreas mais deterioradas do centro de São Paulo. Por dentro, é um pedacinho do mundo concentrado em 12 mil metros quadrados.

O portentoso edifício que o abriga foi um dos primeiros a serem restaurados dentro do Projeto de Revitalização do Centro, desenvolvido pela Prefeitura de São Paulo. O arquiteto Pedro Paulo de Mello Saraiva procurou transformá-lo em um lugar acolhedor – para comprar, almoçar e passear.  

Nos 291 boxes, onde circulam por dia cerca de  350 toneladas de alimentos, é possível encontrar quase tudo. Temperos, iguarias, queijos, frutas exóticas, verduras, legumes, vinhos, carnes,  peixes e embutidos dos mais variados lugares do mundo. Entre as delícias regionais, o visitante  pode encontrar frutas do nordeste, carnes do sul,  polpa de pequi em conserva e frutos secos do centro-oeste, castanhas do norte e muito mais. No local também foi montado um cantinho especial, bem zen, para quem quiser relaxar um pouco depois de fazer as compras, e com direito a massagem shiatsu gratuita. 

Nos dois mil metros do mezanino convivem um restaurante árabe, um japonês, o Hocca Bar (famoso pelo pastel de bacalhau) e o Mortadela Brasil (que serve o prato Brazuca, ganhador do Festival Gastronômico Brasil 2006), além de um espaço destinado a eventos de gastronomia. Toda a área do Mercado conta com ventiladores com jatos d’água para refrescar o ambiente. 

Atrações à parte são os vitrais feitos pelo artista Conrado Sorgenicht Filho, falecido em 1994, descendente de alemães, também conhecido pelos trabalhos na Catedral da Sé, Theatro Municipal e em mais de 300 edifícios do país. São 32 painéis, subdivididos em em 72 vitrais que representam paisagens agrícolas do Brasil, como o cultivo e a colheita em fazendas, o uso de arado por tração animal e a criação de gado.

O mercado foi projetado para ter uma perfeita iluminação natural, por isso conta com os vitrais, telhado de vidro e clarabóias. As colunas internas e externas em estilo grego, jônico e dórico complementam o visual eclético. O edifício foi concluído em 1932, mas só foi inaugurado em 1933. Por causa da Revolução Constitucionalista de 32, teve armas e munições como os primeiros produtos estocados. Dizem que serviu para que soldados treinassem pontaria, mirando nas cabeças das figuras dos vitrais. 

Degustação!

O Bar do Mané oferece uma das delícias mais concorridas do Mercadão, o famoso sanduíche de mortadela. É uma boa pedida para aqueles visitantes famintos. O sanduíche consiste em 300 gramas de mortadela servidas em um pãozinho francês, acompanhada de alface e tomate. O Hocco Bar serve o famoso pastel com recheio de 150 gramas de bacalhau, acompanhando de uma bebida que só se encontra no Mercado, o suco intitulado Néctar dos Deuses, que mistura várias frutas e uma pitada do segredo não revelado à reportagem da Ser Médico. Nos vários estandes é possível encontrar frutas como a pitaya, vinda da Indonésia, a mangostin, da Pensilvânia, a acha-chairu, da Colômbia ou a grape-fruit americana, cujo suco faz perder calorias.

Ervas e temperos vêm de longe e são difíceis de encontrar em todas as épocas do ano. Aliás, esse é o argumento de alguns donos de barraquinhas para justificar os altos preços praticados por iguarias como o açafrão, usado para temperar paella e risoto; o cardamomo, vindo do Irã, para adicionar ao café ou fazer licor; a fava-de-baunilha, do México; ou o garam masala usado por indianos para temperar carnes e frangos. O Mercadão também é referência em carnes exóticas como a de jacaré e coelho.


(colaborou Vanessa Miano)


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