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CAPA

PONTO DE PARTIDA (pág. 1)
Editorial de Luiz Alberto Bacheschi, que assumiu a presidência do Cremesp em janeiro deste ano


ENTREVISTA (pág. 4)
Acompanhe um papo informal com o compositor, médico e herpetólogo...


SINTONIA (pág. 9)
Pintores famosos e o legado - artístico - a seus médicos, na visão do conselheiro José Marques Filho


CRÔNICA (pág. 14)
Texto do premiado médico escritor, membro da Academia Brasileira de Letras, Moacyr Scliar


ESPECIAL (pág, 16)
A reforma do sistema de saúde americano por Lynn Silver, sub-secretária da Saúde de Nova Iorque


CONJUNTURA (pág. 22)
Dados do Cebrid mostram que os jovens experimentam a bebida muito cedo: entre 10 e 12 anos


DEBATE (pág. 26)
Em discussão a evolução da psiquiatria e o programa de saúde mental no país


GIRAMUNDO (pág. 32)
O que esperar da Conferência Mundial sobre o Clima realizada em Copenhague em dezembro passado?


PONTO COM (pág. 34)
Informações interessantes de acesso rápido, nos endereços eletrônicos selecionados. Clique!


HOBBY (pág. 36)
O médico cardiologista Maurício Jordão pratica o ilusionismo nas horas vagas


CULTURA (pág. 38)
A Bahia pelo traço, leve e característico, de Hector Julio Páride Bernabó


TURISMO (pág. 42)
Búzios: 24 praias belíssimas, além de mirantes com vista de 360 graus


CABECEIRA (pág. 47)
Sugestões de leitura da presidente da Academia de Medicina de São Paulo


POESIA (pág. 48)
Trecho de A Noite Tava Divina, de Paulo Vanzolini


GALERIA DE FOTOS


Edição 50 - Janeiro/Fevereiro/Março de 2010

HOBBY (pág. 36)

O médico cardiologista Maurício Jordão pratica o ilusionismo nas horas vagas

O ilusionista

Assim como os médicos, mágicos também têm código de ética

Mágica e medicina andam juntas na vida do cardiologista Maurício Rodrigues Jordão, de 34 anos. Aos 10 anos, ganhou da madrinha a primeira caixa de truques e, três anos depois, encontrou um professor e tanto: Julio Lipan, reconhecido internacionalmente por invenções na área de engenharia da mágica. Quando Lipan foi morar em Rio Claro, cidade natal de Jordão, ele não teve dúvidas e foi bater na sua porta. “Ganhei um professor, incentivador e amigo”, conta o médico. Junto com Lipan, passou a frequentar a Associação de Mágicos do Interior de São Paulo, com sede em Piracicaba.

Para Jordão, mágica é somente um hobby: “vida de mágico é muito difícil. Eu apenas faço alguns truques”. Seus favoritos são os com cartas de baralho. “Pela facilidade, em qualquer lugar se encontra um baralho. E o mundo da cartomagia é infinito”, diz. Quando entrou para o curso da Faculdade de Medicina de Marília (Famema), na década de 90, a mágica ficou de lado. “Lá, poucas pessoas sabiam que eu tinha esse hobby”, relembra.

Depois veio para São Paulo, onde ainda mora e trabalha, fazer Residência na Santa Casa. Foi na capital paulista que reencontrou um velho conhecido dos congressos da arte do ilusionismo. Ele o levou à Associação de Mágicos de São Paulo, a mais antiga agremiação do gênero no país, fundada em 1955. Ao frequentá-la, retomou o contato com o antigo professor Lipan – falecido em novembro de 2009.

A paixão da infância sempre teve incentivo da família e ganhou espaço na vida do cardiologista. Desde 2006, ele integra um grupo de mágicos viajantes – idealizado pelo amigo Lipan – que acompanha os congressos mundiais do gênero.


Maurício ao lado dos colegas da Associação de Mágicos de São Paulo

Jordão diz que há apenas duas semelhanças entre os congressos de mágica e medicina: as apresentações em forma de aulas e as feiras de fabricantes de aparelhos. “O ambiente no congresso de mágica é mais descontraído e divertido”, revela. Além dos workshops e competições em várias categorias, há, claro, muitos shows e apresentações de nomes consagrados.  

O médico se apresenta quando surge algum convite. “Muitos amigos pedem por performances em festas particulares e eventos sociais”, comenta. Jordão pretende dar início este ano a um projeto de pequenos shows de mágica em hospitais, para os pacientes em tratamento de hemodiálise. “As pessoas passam horas ligadas a máquinas, três vezes por semana. Seria uma forma de levar entretenimento a elas”.

Jordão ensina um de seus truques


Na imagem acima, o cardiologista demonstra sua habilidade com as cartas

Assim como os médicos, mágicos também têm um código de ética que os orienta a não revelar como são feitos os truques. “Não me incomoda ensinar a quem quer aprender, para demonstrar à família ou amigos. Só não ensino para aqueles que querem saber por curiosidade, apenas”, explica. A equipe da Ser Médico insistiu e pediu para ele revelar um truque simples, que não fosse um grande segredo do ramo. Ele abriu uma exceção e concordou em explicar uma de suas mágicas aos colegas médicos.

Mágica das 21 cartas
Peça para um participante escolher 21 cartas, em qualquer ordem, do baralho. Em seguida, mostre-as e peça para que ele memorize uma. Distribua-as em três fileiras de sete cartas, na sequência de uma carta por fileira. Peça para a pessoa indicar em qual fileira a carta memorizada está, mas sem dizer qual é. Depois reúna as cartas de cada fileira e as coloque uma sobre a outra, sem embaralhá-las. Faça isso três vezes. O truque está em sempre colocar a fileira em que está a carta memorizada no meio. A carta escolhida será a 11ª carta da sequência das 21 cartas.


(Colaborou Patrícia Garcia)


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