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Nesta Edição
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CAPA

PONTO DE PARTIDA (pág. 1)
Luiz Alberto Bacheschi*


ENTREVISTA (pág. 4)
Jairo Bouer


AMBIENTE (pág. 9)
As comunidades quilombolas remanescentes no Estado de São Paulo


CRÔNICA (pág. 12)
Pasquale Cipro Neto*


CONJUNTURA (pág. 14)
Conselheiros analisam tratamento de saúde oferecido a estrangeiros


SINTONIA (pág. 19)
Renato Azevedo Júnior*


DEBATE (pág. 22)
Pesquisadores discutem estágio atual das pesquisas com células-tronco


GIRAMUNDO (pág. 28/29)
Curiosidades da ciência e tecnologia, da história e da atualidade


PONTO COM (pág. 30)
Acompanhe as novidades que agitam o mundo digital


EM FOCO (pág. 32)
Charges e desenhos sobre o ensino e a prática médica


CULTURA (pág. 34)
Marcelo Secaf *, presidente do conselho da Associação Pinacoteca


TURISMO (pág. 38)
Parque Estadual do Jalapão, em Tocantins


HOBBY (pág. 44)
Caratê: melhor concentração e controle das emoções


LIVRO DE CABECEIRA (pág. 47)
Obra da psicóloga e psicoterapeuta francesa Marie de Hennezel


POESIA( pág. 48)
Soneto de Machado de Assis


GALERIA DE FOTOS


Edição 54 - Janeiro/Fevereiro/Março de 2011

LIVRO DE CABECEIRA (pág. 47)

Obra da psicóloga e psicoterapeuta francesa Marie de Hennezel

Une vie pour se mettre au monde

Por Maria de Lourdes Chauffaille*

Viver é renascer diversas vezes. A primeira, obviamente, é quando se vem ao mundo. Depois, ao sair da infância, passar para a adolescência e, daí, subsequentemente, ao se tornar adulto e alcançar a velhice. Além dessa vida física, em diversos momentos, alguns acontecimentos nos provocam um verdadeiro renascimento, porque nos forçam à renovação e impelem a encará-la de outra forma – inesperada, inédita, madura ou melhor. Une vie pour se mettre au monde (Uma vida para se colocar no mundo, em tradução livre) nos leva a aprender a enfrentar o inesperado ou o que passa desapercebido, as alegrias e os dramas, a entender os acontecimentos e a fazer deles uma ponte para uma existência melhor. É um livro interessante, embora, e infelizmente, ainda não traduzido para o português. Envelhecer e morrer são as etapas finais da vida, mas é reconfortante chegar a elas com realizações alcançadas, nas diferentes dimensões humanas – emocional e espiritual. Marie de Hennezel, uma de suas autoras, é psicóloga e psicoterapeuta na França, e iniciou sua carreira profissional no acompanhamento de mulheres com distúrbios emocionais ou psicose avançada. Ela é autora de outras obras igualmente interessantes, algumas traduzidas para o português, como Diá­logo com a morte e Nós não nos despedimos. Outras obras de Marie como La mort intime (A morte íntima) e Le chaleur du coeur empêche nos corps de roullier (O calor do coração impede nosso corpo de enferrujar) também são leituras muito interessantes aos colegas médicos.

Fundamentalmente, Marie de Hennezel tenta equilibrar o tratamento médico com a comunicação com o doente. O outro autor, Bertrand Vergely, é filósofo e teólogo francês, autor de livros como Une petite philosofie du bonheur (Uma pequena filosofia da felicidade) e Le silence de Dieu (O silêncio de Deus). No livro Une vie pour se mettre au monde, ambos nos mostram uma forma positiva e alegre de olhar a vida, e torná-la mais agradável.

* Hematologista, professora associada da Disciplina de Hematologia e Hemoterapia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).


CARTAS & NOTAS

Guto Lacaz  
“Adorei a entrevista com o Guto Lacaz (Ser Médico, edição nº 53 – out/nov/dez), mas faltou citar o nome da mãe dele, que, dá para perceber, teve participação fundamental no ‘descobrimento’ de tão brilhante vocação e carreira.”  - Cristine Dornellas de Barros


Fontes e referências bibliográficas
Da matéria “A autonomia do médico”, págs. 19 a 21 desta edição:

Segre, M.; SILVA, F.L.; Schramm, F.R. O Contexto histórico, semântico e filosófico do princípio de autonomia.  Bioética, Brasília, DF; v. 6, n. 1, p. 15-23, 1998.
Brasil. Conselho Federal de Medicina. Resolução nº 1.931, de 17 de setembro de 2009. Aprova o Código de Ética Médica. Diário Oficial da União; 24 set. 2009. Seção 1, p. 90-2.
Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Fortes, P.A.C. Ética e saúde: questões éticas, deontológicas e legais, autonomia e direitos do paciente, estudos de casos. São Paulo: E.P.U., 1998.
São Paulo (Estado). Lei nº 10.241, de 17 de março de 1999, sobre direitos dos usuários dos serviços e das ações de saúde no Estado.


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