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Nesta Edição
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CAPA

PONTO DE PARTIDA (pág. 1)
Mauro Gomes Aranha de Lima - Presidente do Cremesp


ENTREVISTA (pág. 4)
Paulo Saldiva


CRÔNICA (pág. 10)
Mario Prata


CONJUNTURA (pág. 12)
Aids: novos e velhos desafios


DEBATE (pág. 16)
O teto dos gastos públicos é realmente necessário?


HISTÓRIA DA MEDICINA (Pág. 23)
O outro lado das guerras


SINTONIA (pág. 26)
A sétima arte e humanização da Medicina


GIRAMUNDO (Pág. 30 e 31)
Avanços da ciência


PONTO COM (Pág. 32 e 33)
Mundo digital & tecnologia científica


HOBBY DE MÉDICO (págs. 34 a 37)
Adolfo Leirner


CULTURA (págs. 38 a 41)
Osesp


GOURMET (Pág. 42)
Edmund Baracat


CARTAS & NOTAS (pág. 46)
Espaço dos leitores


FOTOPOESIA (pág. 48)
Carlos Drummund de Andrade


GALERIA DE FOTOS


Edição 78 - Janeiro/Fevereiro/Março de 2017

CARTAS & NOTAS (pág. 46)

Espaço dos leitores

Por que as cotas raciais são importantes?

Recebemos algumas cartas a respeito da matéria sobre as cotas raciais nas faculdades de medicina, publicada na edição anterior da Ser Médico (número 77 – outubro/novembro/dezembro). Algumas são favoráveis à reportagem, outras contrárias, mostrando que é um tema que deve ser abordado e debatido. Como não temos espaço para publicar todas as cartas, selecionamos algumas.

“A favor do progresso”

Sou médica formada em 2011 e estou enviando esse email para elogiar a revista Ser Médico, edição de outubro/novembro/dezembro de 2016. Confesso que raramente leio os jornais do Cremesp, até porque muitas vezes não concordo com certos posicionamentos. Mas essa última edição chamou minha atenção pela matéria da capa: política de cotas. Parabéns por abordarem um tema tão importante, parabéns por se posicionarem a favor do progresso (que é inevitável) e da diminuição das  injustiças sociais.

Flora Maciel Penachio


“Espírito de justiça”

Parabéns pelo artigo sobre cotas raciais nas faculdades de Medicina. Fiquei orgulhoso ao conhecer a opinião equilibrada, comprometida com o espírito de justiça e equidade social vinda do presidente de uma instituição médica com a importância e representatividade do Cremesp.

Marcos Brasilino de Carvalho, CRM 17212, Cirurgião de Cabeça e Pescoço


“Aumentar número de vagas”

Sou pediatra. Estudei até o ensino médio em escola pública, trabalhei desde 14 anos até o cursinho, que fazia à noite. Passei em faculdade particular, paga com dificuldades por meu pai.(...) Dessa maneira, todo esforço que eu fiz para ser médico e faço para dar uma boa educação para meus filhos não tem valor? (...) Em vez de pagar bolsas de maneira indiscriminada, para péssimas faculdades, que viraram minas de fazer dinheiro e de criar muitos “mal formados” e desempregados, o governo deveria aumentar o número de vagas em boas faculdades para cotistas (...).

Hugo Hideo Kunii, CRM 60274, Campinas - SP


“Distorce a realidade”

Recebo a revista periodicamente. Eventualmente há alguma matéria interessante. O último número traz logo na capa a chamada para uma matéria polêmica sobre as cotas raciais. Eu fui ler. Decepcionante. Mal escrita, tendenciosa e obtusa. Distorce a realidade e foge da responsabilidade de comentar por que os asiáticos de segunda geração, que também trabalham horas para ajudar os pais e ainda tiveram de aprender a língua, não precisam de cotas. As cotas não são para raça, são para cultura! É a cultura do povo humilde que tem de mudar. (...)

Carlos Alexandre S. Cerny


A seção recebe mensagens pelo e-mail fbarbosa@cremesp.org.br e no endereço: Assessoria de Comunicação do Cremesp, Rua Luis Coelho, 26, 8º andar – Cep 01309-900 São Paulo, SP. A Ser Médico se reserva o direito de publicar trechos das cartas e mensagens.


Código de Ética do Estudante de Medicina orienta sobre recepção de calouros

O Código de Ética do Estudante de Medicina, publicado pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), orienta os estudantes a não participarem de forma ativa, ou conivente, de “trotes” ou recepção violenta. Além das orientações sobre a recepção de calouros, o Código aborda diversos temas da vivência diária do estudante, dentro e fora da universidade, adequando aos princípios norteadores da ética e da boa Medicina, que devem reger a prática acadêmica e profissional. Os assuntos estão classificados nos seguintes tópicos: Divulgação de assuntos médicos, Relação com a indústria, Redes sociais, Ensino e pesquisa médica, e Relação entre alunos, preceptores e instituições.

O Cremesp também possui uma  Câmara Temática Interdisciplinar sobre a Violência nas Escolas Médicas para a discussão de ações para a prevenção da violência entre os alunos de Medicina e promoção de uma cultura de tolerância e paz na área acadêmica.  Uma das orientações da  Câmara – coordenada pela conselheira  Katia Burle dos Santos Guimarães – é a recepção humanitária e cidadã  de novos alunos que chegam às faculdades, visando a erradicação dos “trotes” violentos. Composta por médicos e psicólogos ligados ao ambiente universitário, a Câmara também discute ações para desencorajar a violência em jogos e festas promovidos por centros acadêmicos ou agremiações esportivas.

O download do Código de Ética do Estudante de Medicina pode ser feito no endereço:

https://goo.gl/43IFWq

Cremesp implanta programa de qualidade para aprimorar serviços

Fornecer serviços de qualidade, atendendo ao público de maneira eficaz e aumentando a satisfação em relação aos serviços prestados, visando à melhoria contínua dos processos. Com esses objetivos, o Cremesp lançou, em 27 de janeiro, o programa de gestão Qualidade em Foco, em cumprimento a uma diretriz de planejamento estratégico.

A adoção da gestão da qualidade visa à obtenção da certificação de qualidade ISO 9001:2015, objetivando maior organização, produtividade e credibilidade, que podem ser devidamente identificados pelo público, mas cujos processos organizacionais devem ser verificados por meio de auditorias externas independentes. Os registros profissionais de médicos e de empresas serão os primeiros setores a adotar a metodologia.

“A busca pela qualidade acontece juntamente com uma série de iniciativas do Cremesp para nos aproximarmos da sociedade, como o site Transparência e a criação da Ouvidoria, oferecendo um círculo virtuoso de comprometimento com a saúde em um momento de fragilização do SUS”, afirma o presidente do Conselho, Mauro Aranha.

O vice-presidente, Lavínio Camarim, destaca que “mesmo apresentando um trabalho consistente, a diretoria e os funcionários do Cremesp adotarão o desafio de melhorar os processos por considerar que há condições de oferecer mais à sociedade, além do que já tem sido feito”.

Para implementar o programa, foi constituí­da uma comissão, formada por funcionários, liderada pelo diretor 1º tesoureiro, Roberto Lotfi.

 


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