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CAPA

EDITORIAL (JC pág. 2))
"As escolas médicas brasileiras deveriam autoavaliar o ensino que praticam"


ENTREVISTA (JC pág. 3)
Renato Adam Mendonça, vice-presidente do Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR)


ATIVIDADES 1 (JC pág. 4)
A implantação da 1ª unidade AME-Psiquiatria na Vila Maria, em São Paulo


PEMC (JC pág. 5)
A Medicina e a Condição Feminina lembrou a atuação das mulheres médicas no voluntariado


ATIVIDADES 2 (JC pág. 6)
Florianópolis sedia 1º Encontro Nacional dos Conselhos de Medicina deste ano


SAÚDE PÚBLICA (JC pág. 7)
Portaria estabelece normas para o atendimento de travestis e transexuais


FISCALIZAÇÃO (JC pág. 8 e 9)
Levantamento nos Centros de Atendimento Psicossocial do Estado


ÉTICA & BIOÉTICA (JC pág. 10)
Atualizações do CEM entraram em vigor em 13 de abril


INFLUENZA (JC pág. 11)
Na avaliação do Conselho, todos os médicos deveriam ser vacinados


GERAL 1 (JC pág. 12)
CFM regulamenta métodos terapêuticos que visam o equilíbrio celular


CFM (JC pág. 13)
Representantes do Estado no Conselho Federal se dirigem aos médicos e à sociedade


ALERTA ÉTICO (JC pág. 14)
Análises do Cremesp ajudam a prevenir falhas éticas causadas pela desinformação


GERAL 2 (JC pág. 15)
Aplicabilidade do Novo Código de Ética Médica será tema do treinamento de funcionários dos CRMs


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Edição 269 - 04/2010

INFLUENZA (JC pág. 11)

Na avaliação do Conselho, todos os médicos deveriam ser vacinados


Campanha imuniza médicos mais expostos ao vírus

O Ministério da Saúde (MS) alocou inicialmente 400 mil doses de vacina contra Influenza A (H1N1) para os profissionais de saúde do Estado de São Paulo, incluídos na primeira fase da campanha de vacinação. Baseada no levantamento realizado juntamente com as secretarias municipais, a Secretaria de Estado da Saúde solicitou reforços, o que elevou esse total para 700 mil doses.

Na avaliação do Conselho, todos os médicos deveriam ser vacinados por estarem expostos a riscos, uma vez que podem atender, em sua jornada diária, pacientes suspeitos de Influenza A.

Porém, na primeira etapa da campanha, que se encerrou no dia 19 de março, a Secretaria de Estado da Saúde determinou a vacinação apenas para os profissionais de saúde atuantes em hospitais, prontos-socorros e postos de saúde, públicos e privados, que estejam em contato direto com o vírus Influenza A. No mesmo período, também foi vacinada a população indígena.

Grupos

Sobre a restrição da vacina na rede pública, a grupos de certas faixas etárias, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão declarou que “não há acesso, no mercado internacional, para vacinar 190 milhões de brasileiros. O governo fez um esforço enorme para contratar a entrega de 90 milhões de doses”.

Na opinião do conselheiro do Cremesp e médico infectologista, Caio Rosenthal, embora não abranja todos os grupos, trata-se de uma campanha de fôlego e corajosa. “É um número bastante adequado, pois atinge quase a metade da população brasileira. Além disso, foi feita uma avaliação de cunho científico para contemplar as categorias mais atingidas e de maior morbidade”, afirma.

Para Gabriel Oselka, coordenador do Centro de Bioética do Cremesp, “ao disponibilizar vacinas somente para os médicos que atuam na linha de frente, o MS objetivou garantir prioridade aos que correm maior risco e, em caso de pandemia, devem estar protegidos para garantir o funcionamento do serviço”. Além disso, Oselka acredita que, ao longo da campanha, poderá haver ampliação dos grupos contemplados. “O cálculo considerou que todas as pessoas pertencentes aos grupos de risco seriam vacinadas, mas é possível que isso não ocorra e sobrem vacinas, possibilitando uma ampliação dessa abrangência”, observa.

Clelia Souza Aranda, responsável pela Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD) da Secretaria de Estado da Saúde, confirma que “a inclusão de outros grupos e o redirecionamento da estratégia, ao longo do período da vacinação, podem acontecer durante a campanha. Tudo dependerá da nova onda e do comportamento da doença”.

Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza A
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8 a 19 de março -
 trabalhadores da saúde e população indígena
22 de março a 21 de maio -    gestantes
22 de março a 23 de abril -  crianças entre 6 meses a 1 ano e 11 meses de idade  e pacientes com doença crônica
5 a 23 de abril  -  adultos entre 20 e 29 anos de idade
24 de abril a 7 de maio -  idosos com doença crônica
10 a 21 de maio -  adultos entre 30 e 39 anos  de idade

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Secretaria da Saúde alerta para identificação de casos

A Secretaria de Estado da Saúde alerta os profissionais da saúde para a identificação dos casos de Influenza A (H1N1) nos serviços de saúde. O comunicado que está sendo distribuído aos hospitais ressalta a necessidade de diagnóstico precoce, introdução oportuna do medicamento oseltamivir e adoção do manejo clínico adequado para a redução do risco de complicação e óbitos. Vale lembrar que todos os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) são suspeitos para Influenza A. 

Os principais sinais e sintomas da Influenza A são: febre, tosse e dispneia, acompanhados ou não do aumento da frequência respiratória e diminuição da pressão arterial em relação à pressão habitual. Em crianças, além desses sintomas, também pode haver batimentos das asas do nariz, cianose, desidratação e inapetência. 

Protocolo de Manejo Clínico
A Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde elaborou o IV Protocolo de Manejo Clínico de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), visando adequar as medidas estabelecidas no Plano Brasileiro de Preparação para uma Pandemia de Influenza (PBPPI), com base no conhecimento atual sobre a disseminação mundial do vírus influenza (H1N1).  Mais informações no site do MS.

CVE promove campanha contra tuberculose
Os municípios, laboratórios e estabelecimentos penitenciários que atingiram a meta de examinar 70% da população de sintomáticos respiratórios (pessoas com tosse por mais de duas semanas) foram premiados pelo Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) de São Paulo, em 24 de março, Dia Mundial da Tuberculose. A iniciativa teve o apoio da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT).

O Brasil se mantém em 15º lugar no ranking de prevalência da tuberculose. De acordo com o Ministério da Saúde, a incidência de notificações da doença é de 85 mil novas ocorrências por ano; e o número de óbitos é de aproximadamente 6 mil. A tuberculose ainda é a 9ª causa de hospitalização e ocupa o 4º lugar em mortalidade por infecção. Só no Estado de São Paulo, são descobertos cerca de 18 mil casos por ano, o maior número absoluto do país.


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