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CAPA

EDITORIAL
Ética na mídia


MÍDIA
Justiça garante direito de resposta ao Cremesp


ARTIGOS
Paulo Giraldes e Iolanda Ramos


ESCLARECIMENTO
Caixa Econômica Federal pede desculpas aos médicos


LEGISLAÇÃO
Novo Código Civil: as repercussões no exercício profissional


ESPECIAL
Conheça as prioridades e opiniões do Secretário de Estado da Saúde


GERAL 1
Planos de Saúde


EXTENSÃO
Projeto põe alunos da USP em contato com a realidade da saúde da população


GERAL 2
Agenda do Cremesp e De Olho no Site


SERVIÇOS
Destaque para um "mutirão" de atendimento para catarata realizado pela USP e Unifesp


NOTAS
Editais, Convocações e Contato


PARECER
Norma do INSS fere Código de Ética Médica


MOBILIZAÇÃO
Fórum Social Mundial


GALERIA DE FOTOS



Edição 186 - 02/2003

EDITORIAL

Ética na mídia


Ética na mídia

O Cremesp obteve na Justiça, no dia 8 de fevereiro, direito de resposta devido a ofensas veiculadas pelo programa “Repórter Cidadão”, transmitido pela Rede TV! e apresentado pelo jornalista Marcelo Rezende. Durante a abordagem do crime cometido pelo médico Farah Jorge Farah, o programa divulgou comentários caluniosos sobre a atuação do Conselho e o exercício da Medicina.

Felizmente, o episódio envolvendo a Rede TV!, que chegou ao extremo de uma ação judicial, é exceção. O Cremesp sempre teve um ótimo relacionamento com os meios de comunicação, que têm no Conselho fonte constante de matérias, não apenas sobre supostos erros médicos, mas principalmente sobre políticas de saúde; mercado de trabalho do médico; Ética e Bioética; campanhas de saúde pública; avanços e descobertas da Medicina, dentre outros temas.

A nossa boa relação com jornalistas e repórteres foi construída baseada na confiança e no respeito mútuo. Sempre reconhecemos o papel da imprensa em apontar as omissões das autoridades de saúde, as deficiências dos serviços públicos e privados, os abusos dos planos de saúde, os erros de instituições e profissionais. Quando a matéria é fundamentada, contribui para informar a sociedade; auxilia e agiliza a apuração dos fatos. Por outro lado, os veículos sérios entendem a atribuição legal, as competências e limitações do Conselho, sem deixar de exercer o jornalismo crítico e sem deixar de cobrar posições e respostas da entidade.

Já a falta de ética dos programas sensacionalistas de televisão – que tentam confundir a opinião pública com informações distorcidas e mal apuradas – têm sido tema de debates entre vários setores da sociedade. Tais programas são criticados e marginalizados no próprio meio jornalístico. Não é só a imprecisão das notícias e a precipitação de julgamento que os caracterizam. Quando os métodos atropelam a ética, quando o drama esconde a objetividade, quando a falta de argumentos é camuflada por ilações sem nexo, é necessário que a sociedade organizada questione a existência desses programas.

Também nesta edição apresentamos as desculpas da Caixa Econômica Federal que, por problema operacional, enviou a todos os médicos do Estado de São Paulo boleto de cobrança da anuidade do Cremesp, onde foi impresso indevidamente mensagem que mencionava atraso de anuidade, mesmo estando os profissionais em dia com o pagamento.

Assim como todos os colegas, também fui surpreendida ao receber a mensagem comunicando que estava em débito com o Conselho. O erro foi uma surpresa, uma vez que tomamos todo o cuidado e adotamos procedimentos de segurança e revisão das correspondências e boletos bancários que são enviados aos médicos. Neste sentido, acionamos imediatamente a Caixa Econômica Federal, banco estatal com o qual estabelecemos contrato de prestação de serviços mediante menor preço.

O pedido de desculpas da Caixa, disponibilizado em nosso site na internet e enviado a todos os médicos 48 horas após o equívoco, não elimina os transtornos ocasionados, mas esclarece os fatos. Mesmo que a Caixa tenha vindo a público para se desculpar perante os médicos, o Cremesp também lamenta o ocorrido.

Por fim, dois outros temas merecem destaque nesta edição: as repercussões do novo Código Civil no exercício profissional do médico e na vida do cidadão; e a entrevista com o atual secretário de Estado da Saúde, José Roberto Barradas Barata, que compareceu à Plenária do Cremesp e também teve a oportunidade de expor ao nosso jornal suas principais idéias, opiniões e prioridades que, esperamos, contribuam para a melhoria das condições de trabalho dos médicos e para um melhor atendimento à saúde da população de São Paulo.

Regina R. Parizi Carvalho
Presidente do Cremesp

Rede de Apoio a Médicos Dependentes Químicos

O que é
Em funcionamento desde maio de 2002, o serviço é uma parceria entre o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo e a Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas (Uniad) da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp).

Como funciona
Após o primeiro contato, por telefone, que pode ser feito também por um familiar, o médico é encaminhado à Rede de Apoio, composta por psiquiatras de todo o Estado que prestarão atendimento voluntário, além de serviços especializados em dependência química, ligados às Universidades ou clínicas privadas, que darão assistência gratuitamente ou mediante desconto.

Missão
Facilitar o acesso ao tratamento aos médicos com problemas relacionados a substâncias psicoativas; supervisionar o tratamento; oferecer suporte e orientações aos familiares e amigos dos médicos.

Responsáveis
Ronaldo Laranjeira e Hammer Palhares Alves.

Contato
(11) 9616-8926 e e-mail:
apoiomedico@psiquiatria.epm.br

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