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CAPA

EDITORIAL (pág.2)
Renato Azevedo Júnior - Presidente do Cremesp


ENTREVISTA (pág.3)
Thomas Maack


ATOS PÚBLICOS (pág.4)
Médicos realizam manifestações no centro da capital paulista


MAIS MÉDICOS (pág.5)
Relação de trabalho dos médicos cubanos é questionada pelo MP


ENEM EXTRAORDINÁRIO (pág.6)
Encontro discute medidas do governo


ATO MÉDICO (pág.7)
Vetos de Dilma Rousseff à Lei 12.842/2013


ELEIÇÃO CREMESP (pág.8)
Processo eleitoral dá vitória à Unidade Médica


ELEIÇÃO CREMESP (pág.10)
Valorização profissional na saúde pública e privada


AGENDA DA PRESIDÊNCIA (pág.11)
IV Congresso de Acadêmicos


COLUNA DOS CONSELHEIROS DO CFM (pág.12)
Artigos dos representantes de SP no Federal


PEMC (pág.13)
Reuniões podem ser acompanhadas por videoconferência


BIOÉTICA (pág.15)
Ministério da Saúde & Transexualismo


EXAME DO CREMESP (pág.16)
Inscrições para a nova edição abrem em setembro


GALERIA DE FOTOS



Edição 306 - 08/2013

ATOS PÚBLICOS (pág.4)

Médicos realizam manifestações no centro da capital paulista


Centro de São Paulo foi palco de manifestação dos médicos


Passeata ocupou as avenidas Brigadeiro Luis Antonio e Paulista, terminando na sede do Cremesp


As entidades médicas paulistas – Cre­mesp, Associação Paulista de Medicina (APM), Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) – orquestraram várias manifestações em São Paulo contrárias ao Programa Mais Médicos, instituído pelo governo federal. As ações englobaram passeata, concentrações de médicos, abordagem aos parlamentares, distribuição de panfletos à população e reunião na Câmara Municipal de São Paulo.

Após duas manifestações de rua (veja box Cronologia) contra o Programa Mais Médicos e os vetos à Lei 12.842 (Ato Médico), médicos e estudantes de Medicina voltaram a ocupar as avenidas Brigadeiro Luís Antônio e Paulista, além da rua da Consolação, na Capital paulista, em 31 de julho.

A concentração ocorreu na sede da APM. A partir dali, os médicos caminharam por cerca de três horas pelas vias, concluindo a manifestação em frente à sede do Cremesp. Foram distribuídos, durante todo o trajeto, folders e uma carta elaborada pelo Cre­mesp, esclarecendo aos pacientes e à população as razões do movimento. De acordo com  estimativas da PM, a passeata contou com cerca de 500 participantes, mas teve aproximadamente 1 mil pessoas quando alcançou a avenida Paulista.

Além da aplicação do Revalida para os estrangeiros, os médicos também reivindicavam mais investimentos em infra­estrutura, melhores condições de trabalho e plano de carreira no Sistema Único de Saúde (SUS), entre outros.

Renato Azevedo, presidente do Cremesp, afirmou que essa quarta passeata contra o Mais Médicos era “mais uma batalha”, mas que “a  luta não estava terminada”, solicitando que os médicos acompanhassem, pelos sites e redes sociais das entidades, a agenda de mobilizações.



Médicos paulistas protestam na divulgação do Mais Médicos

Os médicos também estiveram concentrados quando o governo federal divulgou o Programa Mais Médicos para atrair adesões dos prefeitos de municípios paulistas durante reunião na Casa de Portugal, no dia 23 de julho.

Cartazes e faixas contrários à MP 621/2013, que institui o programa do Governo Federal, foram utilizados para chamar a atenção da população informando sobre os problemas que a iniciativa trará para o atendimento na Saúde.


 



Abordagem aos parlamentares

Médicos e cidadãos cobraram diretamente dos parlamentares a derrubada da MP 621 (Programa Mais Médicos) e dos vetos à Lei 12.842, que regulamenta a Medicina, por meio de uma ferramenta, desenvolvida pela APM e disponibili­zada nos sites do Cremesp (www. cremesp .org.br) e da APM (www.apm.org. br). Por ela, os médicos puderam enviar men­­sagem aos deputados e senadores.


 



Cronologia das ações contra o Mais Médicos e o Ato Médico


26/06 – Primeira passeata após o anúncio do Programa Mais Médicos, que partiu da sede da APM e contou com 1,4 mil participantes.

03/07 – Segunda (e maior) passeata contra o Mais Médicos e pela apro­vação do Ato Médico. Foi a maior manifestação, contando com 5 mil pessoas na avenida Pau­lista, e culminou na entrega de uma carta à presidenta Dilma Rousseff, no gabinete de representação da Presidência da República.

16/07 – Coletiva de imprensa, na sede do Cre­mesp, explicando as razões das entidades médicas contra o programa do governo federal, seguida de passeata no centro da cidade.

23/07 – Concentração de médicos em frente à Casa de Portugal, onde era divulgado o programa aos prefeitos das cidades paulistas.

31/07 – Protesto nas avenidas Brigadeiro Luís Antonio e Paulista, além da rua da Consolação contra as medidas do Mais Médicos e também os vetos ao Ato Médico.

9 e 10/08 – Lideranças médicas nacionais discutem ações durante o Enem Extraordinário (pág. 6).

14/08 – Reunião na Câmara Municipal de São Paulo discutindo a situação dos médicos no âmbito do SUS e o Mais Médicos.

20/08 – Articulação dos médicos com deputados e senadores para derrubada dos vetos ao Ato Médico, em Brasília (pág. 7).

 



Mais Médicos recebe críticas na Câmara Municipal


Azevedo (ao microfone): subfinanciamento crônico do SUS

 

O Programa Mais Médicos recebeu críticas dos médicos durante audiência pública, promovida pela Comissão de Saúde, Promoção Social, Trabalho e Mulher da Câmara Municipal de São Paulo, no dia 14 de agosto. O debate, presidido pelo vereador Gilberto Natalini, contou com a participação de Renato Azevedo Júnior, presidente do Cremesp, e dirigentes de outras entidades médicas e representantes de conselhos municipais e estaduais de Saúde.

Azevedo ressaltou a falta de diálogo com as entidades médicas, já que o Mais Médicos foi decidido por meio da Medida Provisória 621/2013, sem consulta aos profissionais. “Gostaríamos de retomar o diálogo com o governo federal e não aceitar medidas demagógicas e eleito­reiras que não contribuem para a Saúde de qualidade no País”, disse.

 


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