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CAPA

EDITORIAL (pág. 2)
Mauro Aranha - Presidente do Cremesp


ENTREVISTA (pág. 3)
Jarbas Barbosa da Silva Júnior


INSTITUIÇÕES DE SAÚDE (Pág 4)
Atendimento humanizado


URGÊNCIA E EMERGÊNCIA (Pág. 5)
Atendimento pré-hospitalar


TRABALHO DO MÉDICO (Pág 6)
Saúde suplementar


MOVIMENTO MÉDICO (Pág 7)
FPMed


SAÚDE SUPLEMENTAR (Pág. 8 e 9)
Planos populares


EXAME DO CREMESP (Pág 10)
12ª Edição


AGENDA DA PRESIDÊNCIA (Pág 11)
Plenária especial


EU MÉDICO - (Pág. 12)
Arary Triba


MÉDICO JOVEM (Pág 13)
Saúde do residente


CONVOCAÇÕES (Pág 14)
Editais


BIOÉTICA (Pág 15)
Transgêneros


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Edição 339 - 08/2016

EXAME DO CREMESP (Pág 10)

12ª Edição


Prova será realizada no dia 16 de outubro

A 12ª edição do Exame do Cremesp será realizada no dia 16 de outubro, nos municípios de Botucatu, Campinas, Marília, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São Carlos, São José do Rio Preto, São Paulo e Taubaté. As inscrições online encerram-se em 20 de setembro. Mais informações sobre a prova podem ser obtidas no portal da Fundação Carlos Chagas (www.concursosfcc.com.br), responsável pela elaboração e aplicação das provas.

O Exame do Cremesp, realizado anualmente, consiste em teste cognitivo, abrangendo as áreas essenciais da Medicina, com ênfase nos conteúdos básicos imprescindíveis ao bom exercício profissional.

A prova objetiva de 2016 reunirá 120 questões de múltipla escolha que abordarão Clínica Médica, Clínica Cirúrgica, Pediatria, Ginecologia e Obstetrícia, Saúde Pública, Saúde Mental, Bioética e Ciências Básicas (Fisiologia, Bioquímica, Microbiologia e Parasitologia, Biofísica e Biologia Molecular). Não obtendo a nota mínima instituída pelo Cremesp de 6,0, o recém-formado poderá realizar a avaliação novamente nos anos subsequentes. Os resultados individuais são confidenciais, revelados única e exclusivamente aos participantes.

 

Mercado reconhece importância do Exame

O Exame do Cremesp ganhou valor de mercado a partir de 2015, quando várias instituições passaram a considerar a avaliação como um dos critérios de seleção para contratação de médicos pelas Secretarias Municipal e Estadual de Saúde, nos hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês, entre os participantes da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), nas Unimeds de Ribeirão Preto, Santos, Jundiaí, Presidente Prudente, Botucatu, Bauru, Alta Mogiana (Hor­lân­dia, Sales Oliveira, Morro Agudo, São Joaquim da Barra, Nuporanga e Ipuã) e Norte Paulista (Aramina, Buritizal, Guará, Igarapava, Ituverava e Miguelópolis). O Exame também será considerado para ingresso nos programas de Residência Médica nas Faculdades de Medicina da USP/São Paulo e USP/Ribeirão Preto, do ABC, de São José do Rio Preto, Unifesp, Santa Casa de SP e Santo Amaro (Unisa), PUC (Campinas) e Hospital do Servidor Público Estadual (Iamspe).

 

Rondônia realiza o exame pela 2ª vez

A experiência de 12 anos do Exame do Cremesp – que tem reprovado metade dos participantes, demonstrando a má qualidade do ensino das escolas médicas, sobretudo as privadas – serviu de modelo para o Conselho Regional de Medicina do Estado de Rondônia (Cremero), que desde o ano passado passou a aplicar a prova para a avaliação dos recém-formados, de forma facultativa. Rondônia forma apro­xima­damente 280 alunos por ano.

O Exame do Cremero teve um índice de aprovação de apenas 13%. “O Cremero optou pela avaliação porque observava a má formação dos recém-formados, mas não tinha dados estatísticos desse problema. O exame não deveria ser o único meio de avaliação, mas é o único possível. Devido à incompetência na avaliação das faculdades pelo Estado, o Conselho assumiu esse papel”, enfatiza Cleiton Bach, presidente do Cremero. Ele espera que o MEC realize a avaliação de progressão no 2º, 4º e 6º anos (ainda sob análise) para que as faculdades ingressem em uma disputa salutar para melhorar o ensino.


Goiás
Caso o MEC não implemente o exame nacional de progressão, o Conselho Regional de Medicina do Estado do Goiás (Cremego) pretende discutir a realização de um exame de avaliação de egressos de Medicina. Goiás forma, aproximadamente, 360 médicos por ano.

De acordo com o presidente do Cremego, Aldair Novato Silva, a maioria dos médicos que está na profissão há muito tempo aprova o exame, já os demais temem a exposição das fragilidades dos cursos. “Sou favorável ao exame, mas essa decisão ainda precisa da aprovação de nossa plenária”, afirma.

 


 

Banco de questões auxiliará criação da cultura de avaliação


Mais informações sobre a prova
no www.concursosfcc.com.br
 
 

A elaboração de um grande banco de dados digital de questões médicas, no qual os médicos poderão se autoavaliar — de forma confidencial —, testando seus conhecimentos, é um dos projetos do Centro de Avaliação Permanente do Ensino Médico (Capem) do Cremesp. A iniciativa visa contribuir para a melhoria da qualidade do ensino médico no Estado de São Paulo, criando uma cultura de avaliação e, com isso, melhorar as deficiências do ensino da Medicina.

“Queremos construir um grande banco, com respostas confiáveis e responsáveis, de forma que os médicos possam compartilhar e incorporar a cultura da autoavaliação e não da punição”, explica Joaquim Edson Vieira, membro da Capem e professor livre-docente da disciplina de Anestesiologia do Departamento de Cirurgia da FMUSP. Os participantes do Capem vêm se reunindo periodicamente para estruturar os princípios dessa ferramenta e testar as questões, inicialmente, junto aos alunos das escolas médicas.

Com esse pré-teste, o Cremesp pretende incluir as perguntas no banco de dados e fazer com que ele se torne o mais abrangente possível. O Conselho pretende analisar, pelos resultados dos exames de progresso, como é o processo e onde estão os maio­res déficits de formação. “Assim, o Cremesp poderá atuar positivamente, acompanhando esses alunos que têm maior risco de desempenho comprometido e resgatá-los por meio de acompanhamento e reforço didático para que a sociedade não seja viti­mada por seu desempenho no futuro”, explica Vieira.



Exame seriado

O Cremesp pretende oferecer, em 2017, exames seriados no 2º e 4º anos para as escolas médicas do Estado de São Paulo, em parceria com o Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa. O projeto seria realizado nos moldes da avaliação do National Board of Examinations (steps 1 e 2), dos Estados Unidos, e terá como foco a participação voluntária de alunos do 2º e 4º anos. Após o 6º ano, os recém-formados poderão prestar o Exame do Cremesp.


Oficinas para docentes
O Cremesp também pretende realizar oficinas de capacitação voltadas aos docentes que atuam em escolas de Medicina, a fim de prepará-los para a aplicação de exames seriados. Utilizando também o padrão do National Board of Examinations, a intenção das oficinas é auxiliar os docentes a atribuir pesos para os temas e construir enunciados baseados em casos clínicos verdadeiros.

 

 


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