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CAPA

PÁGINA 3
Editorial


PÁGINA 4 E 5
Ensino Médico


PÁGINA 6
Remuneração médica


PÁGINA 7
Entrevista Ederli Grimaldi de Carvalho


PÁGINA 8 e 9
Ressonância


PÁGINA 10
Agenda da presidência


PÁGINA 11
Instituição de Saúde/Hospital das Clínicas da Unicamp


PÁGINA 12
Eu, médico


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Especialidades


PÁGINA 14
Convocações


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Bioética


PÁGINA 16
São Paulo


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Edição 357 - 04/2018

PÁGINA 6

Remuneração médica


Salários no serviço público estão abaixo do piso reivindicado pela categoria 

Levantamento feito pelo Jornal do Cremesp mostra que o salário ofertado, dentro da carreira médica, pelo Governo do Estado de São Paulo, está bem abaixo do piso defendido pela categoria. Durante a campanha salarial 2017/2018, os médicos decidiram, em assembleia, pleitear um aumento real de 5%, a título de reposição de perdas salariais, além de reajuste pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), relativo aos 12 meses anteriores (tendo como data-base 1º de setembro de 2017), e piso em R$13.847,93 para jornada de 20 horas semanais. Outras reivindicações, como auxílio-creche e licenças maternidade e paternidade aos casais homoafetivos, também foram pautadas. As ininformações são do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp).

Pela tabela de honorários pagos pelo Governo do Estado aos médicos em início de carreira, o valor está em R$ 6.570,00, para a mesma carga horária.

“O Estado de São Paulo e diversas prefeituras implantaram planos de carreiras que à primeira vista são animadores, particularmente nos estágios finais de atuação do médico. Mas, da mesma maneira que planos anteriores, os vencimentos finais da tabela são quase inatingíveis em vida”, afirma o presidente da Associação Médica do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Amianspe) e diretor do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp), Otelo Chino Júnior, também conselheiro do Cremesp. Segundo ele, “a construção do processo penalizou os profissionais mais antigos, que provavelmente terão seus vencimentos estacionados em pontos intermediários do plano de carreira, distante das remunerações finais mais valoradas, uma flagrante injustiça àqueles que, por longa data, trilharam na profissão, com salários vis e durante anos, sem qualquer atualização”.

Médicos aposentados

Segundo informações da assessoria da São Paulo Previdência, os benefícios da aposentadoria dos servidores do Estado são limitados ao teto do INSS, correspondente
a R$ 5.645,00.

“Os vencimentos finais da tabela de salários são quase inatingíveis em vida”


Interior acompanha convenções coletivas

levantamento do Jornal do Cremesp abrangeu alguns municípios do Estado, apontando uma significativa variedade de valores nas remunerações dos médicos.

ABC Paulista
De acordo com o presidente do Sindicato dos Médicos do Grande ABC, José Roberto Murisset, o salário inicial dos médicos que atuam nos municípios de Santo André, São Bernardo e São Caetano, acompanha decisão das convenções coletivas do Sindhosp (que representa hospitais, clínicas, laboratórios etc.), Sindhosfil (Santas Casas e filantrópicos) e Sinamge (medicina de grupo). A convenção coletiva 2017/2018 firma uma faixa inicial de R$ 4.083,95 para uma jornada de 20 horas semanais; e de R$ 4.900,74 para 24 horas semanais. No setor público, de acordo com o Sindicato, a convenção coletiva é válida para os sete municípios que integram a região do ABC paulista, mas cada prefeitura tem sua base salarial.


Baixada Santista
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Santos, o salário pago aos médicos, para 40 horas semanais, é de R$ 7.558,04, que, somados a outros benefícios, totalizam R$ 9.802,04. No setor privado, o acordo coletivo (2017/2018) entre o Sindicato dos Médicos de Santos e o Sindhosp – que inclui além de Santos, os municípios de São Vicente, Cubatão, Guarujá e Praia Grande – definiu o valor de R$ 5.166,35 para jornada de 20 horas semanais e de R$ 6.199,62 para 24 horas semanais.

Campinas
Em Campinas, o salário inicial praticado pela prefeitura para 36 horas semanais é de R$7.922,71, podendo atingir, no final de carreira, R$ 15.231,42 (básico). Segundo o presidente do Sindicato dos Médicos de Campinas e Região, Moacyr Perche, a entidade trabalha com base no piso nacional da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), de R$ 13.847,93, por 20 horas semanais, porém esse valor não é praticado pelas empresas.

Presidente Prudente
A Prefeitura de Presidente Prudente tem como salário inicial o valor de R$ 4.813,91 para jornada de 20 horas semanais, com adicional de insalubridade de R$190,80 e abono de R$ 200,00, previsto em lei municipal.


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