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LIVRO DE CABECEIRA
O destaque desta edição é "Status Syndrome", de Michael Marmot


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Edição 30 - Janeiro/Fevereiro/Março de 2005

LIVRO DE CABECEIRA

O destaque desta edição é "Status Syndrome", de Michael Marmot

A síndrome do status

Moacir Fernandes de Godoy *

O livro Síndrome do Status – Status Syndrome, de Michael Marmot – tem sido meu atual livro de cabeceira. Como ainda não havia sido lançado no Brasil, consegui comprá-lo graças ao milagre da Internet, por meio do site da editora na Inglaterra: http://www.bloomsbury.com  

A obra, cujo subtítulo é “Como sua posição social afeta diretamente a sua saúde e sua expectativa de vida”, traz a experiência do professor de epidemiologia Michael Marmot com observações ao longo de mais de 30 anos tentando entender as possíveis relações de causa e efeito entre a posição de um indivíduo na hierarquia social e sua saúde e longevidade.

Ao contrário do que se possa pensar, ele demonstra com bastante elegância que essa diferença nada tem a ver com o poder aquisitivo, com a situação financeira. Obviamente nos países mais ricos ocorrem menos doenças que nos países pobres, mas, segundo o autor, satisfeitas as necessidades básicas, o fundamental é que se disponha de autonomia e participação. Seria a desigualdade nesses dois aspectos a responsável pela ocorrência do estresse que levaria à ocorrência de doenças e à produção do chamado “gradiente social de saúde”.

Curiosamente, registra essa ocorrência mesmo entre os animais que vivem em coletividade como os macacos babuínos. O autor cita o experimento realizado por Sapolsky no Serengeti (África) o qual verificou que entre aqueles macacos, quanto mais baixa sua posição na hierarquia do grupo, menor sua taxa de colesterol de alta densidade (HDL), lembrando-se que baixos níveis dessa fração lipídica estão associados ao risco aumentado de doença cardíaca.

Também relata observações no mínimo curiosas tais como o fato de que pessoas ganhadoras do Oscar vivem quatro anos a mais que as que são indicadas, mas não recebem o prêmio. E também que os que atingem o doutorado vivem mais que os que só chegam ao mestrado. No global, chama a atenção o cunho científico com que são tratados os assuntos.

Vale a pena conferir!

* Moacir Fernandes de Godoy é cardiologista em São José do Rio Preto e coordenador de área de pós-graduação da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp)


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