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CAPA

PONTO DE PARTIDA (pág.1)
Renato Azevedo Júnior - Presidente do Cremesp


ENTREVISTA (pág.4 a 9)
James Childress


CRÔNICA (págs.10 a 11)
Luis Fernando Veríssimo*


SINTONIA (págs.12 a 15)
Dimensão étnico-racial nos estudos sobre saúde


DEBATE (págs.16 a 21)
Hospitais devem receber investimentos externos?


CONJUNTURA (págs.22 a25)
Dilemas éticos no atendimento a presidiários


GIRAMUNDO (págs.26 a 27)
Curiosidades de ciência e tecnologia, história e atualidades


PONTO COM (págs.28 a 29)
Informações do mundo digital


EM FOCO (págs.30 a 32)
Paixão pelo futebol e pela Medicina


CULTURA (págs.33 a 35)
Loucura e Literatura


MAIS CULTURA (págs.36 a 37)
Mostra no MAC USP apresenta o artista como autor e editor


HOBBY (págs.38 a 41)
Médico fotógrafo


TURISMO (págs.42 a 46)
Carcassone: cidadela medieval


LIVRO DE CABECEIRA (pág.47)
Henri Beyle


FOTOPOESIA (pág.48)
Mário Quintana


GALERIA DE FOTOS


Edição 64 - Julho/Agosto/Setembro de 2013

PONTO DE PARTIDA (pág.1)

Renato Azevedo Júnior - Presidente do Cremesp


O médico é o inimigo!
 


  O governo federal decretou que os médicos brasileiros são inimigos que precisam ser combatidos a qualquer custo.

Para esconder a mediocridade da sua gestão e a ausência de medidas para responder ao caos instalado na Saúde no Brasil, o ministro Alexandre Padilha passou a liderar uma cruzada contra os médicos, fomentando o ódio, o antagonismo e a hostilidade contra milhares de cidadãos e cidadãs que escolheram livremente a Medicina como profissão.

É cada vez mais claro o objetivo de Padilha, que conta com o aval da presidente Dilma Roussef. Querem, deliberadamente, destruir os médicos brasileiros, causar-lhes danos, desacreditá-los perante a opinião pública e, com isso, supostamente obter algum dividendo eleitoral em 2014.

A escolha dos médicos como bode expiatório é uma medida desesperada do governo e tem o propósito de esconder a pior avaliação da história, que a população faz da Saúde no país. Nada menos que 77% dos brasileiros, segundo o Ibope, apontam os problemas na Saúde como a principal desgraça, muito pior que educação, violência e drogas, preocupações de menos de 40% das pessoas.

As medidas contra os médicos foram lançadas para gerar polêmica, logo que a popularidade do governo federal desabou, depois que a população foi para as ruas e exigiu, entre muitas pautas, Saúde de qualidade e “hospitais Padrão Fifa”.

Enquanto a mídia e todos os holofotes estão desviados para a guerra de demagogia patrocinada pelo governo contra os médicos, seja nos desatinos do Programa Mais Médicos ou nos vetos à lei do ato médico, os mal feitos de Padilha e Dilma ficam acobertados, dentre eles a não destinação de mais recursos para o SUS e a entrega da agência reguladora dos planos de saúde para as empresas do setor. Esses são dois dos motivos responsáveis pelo pior momento vivido pela Saúde e pela Medicina no Brasil.

Os 400 mil médicos brasileiros compõem um universo plural de escolhas profissionais, ideologias, preferências partidárias, opiniões, têm virtudes e defeitos como todos os trabalhadores, como todos os seres humanos.

Mas, em comum, todos eles têm histórias pessoais de dedicação e de cuidado com a saúde e a vida dos pacientes – por envolvimento próprio ou por meio de suas entidades representativas com a defesa de um sistema de saúde de qualidade para todos.

Por isso, não serão governantes passageiros que, em nome do poder e da má política, tentarão, sem consequências, humilhar e ofender os médicos brasileiros.

 

Renato Azevedo Júnior
Presidente do Cremesp

 


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