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TURISMO (págs. 44 a 47)
Alter do Chão


FOTOPOESIA (pág. 48)
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Edição 69 - Outubro// de 2014

TURISMO (págs. 44 a 47)

Alter do Chão

Alter do Chão, um paraíso no meio da Amazônia

Areias brancas, banhadas pelas águas doces e cristalinas do Rio Tapajós, rodeadas por densa vegetação, fazem com que as praias de Alter do Chão estejam entre as mais lindas do Brasil



 

                                As várias praias da paradisíaca aldeia de pescadores    
                                               atraem turistas do mundo todo


Com uma paisagem capaz de competir com as mais lindas praias do mundo, Alter do Chão – distrito de Santarém, no Pará – foi escolhida como a primeira entre as dez praias de água doce mais bonitas do Brasil, pelo jornal britânico The Guardian, em 2012. À margem das águas cristalinas do Rio Tapajós, sua areia é branca e, para completar, não há mosquitos por causa da acidez do rio, apesar da localização em plena Amazônia. Com clima quente e úmido, rodeada por densa vegetação, não por acaso a paradisíaca e exuberante aldeia de pescadores – com 353 anos de história – é procurada por turistas de toda parte.

Mas, atenção, as praias só aparecem durante o período de vazante do rio, entre os meses de agosto e janeiro. Para quem tem espírito aventureiro, uma boa alternativa é fazer o percurso, de Manaus até Santarém, de barco, através do Rio Amazonas, viagem que dura cerca de dois dias. Quem prefere a praticidade não precisa se preocupar, Santarém conta com um aeroporto internacional, a 34 km de Alter do Chão – percurso que pode ser feito de carro, em cerca de 35 minutos, por estrada asfaltada, ou pelo rio Tapajós, que leva de 2 a 3 horas.

Em Santarém, é indispensável a visita à Praça do Mirante no fim da orla da cidade, onde se pode vislumbrar o encontro das águas cristalinas do Rio Tapajós com as águas barrentas do grande Rio Amazonas. Elas não se misturam, tornando ainda mais diverso o número de espetáculos naturais que a região oferece aos turistas.

Antes de seguir para Alter, não deixe de conhecer o Mercadão 2000, repleto de comidas típicas, frutas regionais e remédios naturais, feitos com ervas da região, além de saborear os tacacás de rua, feitos à base de camarão, tucupi e goma de tapioca.

No Mercado de Peixe, além do colorido natural da variedade da pesca, o visitante pode admirar também os botos, espécie de golfinho que vive em água doce. E no ZooFit, zoológico de Santarém, além de diversos animais recuperados pelo Ibama, entre eles, onças e peixes-bois, pode-se também ter a experiência de colocar uma arara azul no braço.





Folclore e por do sol fantástico são outras atrações de Alter do Chão

 

Praias, ilhas e lagos
Chegando a Alter do Chão – o nome é homenagem a uma cidade portuguesa homônima –, além de uma beleza natural marcante pelas praias paradisíacas, o ecoturista pode fazer trilhas, arvorismo, stand up  e observação de pássaros. As praias mais ao Sul são quase desertas, e é comum a presença de botos no rio.

A Ilha do Amor é, sem dúvida, o local mais visitado. De frente para a aldeia, a travessia para a ilha pode ser feita em catraias (barquinhos a remo), em cinco minutos. O passeio pelo Lago Verde, que passa pela popularmente conhecida Floresta Encantada, inclui passagem por igarapés – áreas da floresta com árvores baixas que ficam submersas em boa parte do ano – e por árvores altas, típicas da Amazônia. O lago muda de cor durante o dia, variando entre tons de azul e verde. Ele e a  Ilha do Amor constituem um complexo fluvial de grande interesse, tanto em relação às praias, quanto ao ecoturismo. Além de uma grande variedade de tartarugas e peixes, e opções entre água gelada e morna, o entorno é povoado por pássaros, macacos e outros animais.

Com infraestrutura para receber os turistas, Alter conta com boas opções de hotéis e pousadas, para variados gostos, totalizando 1.050 leitos. No povoado, há vários restaurantes, lojas de artesanato, quiosques e barracas de praia, além de cozinha regional e, também, internacional.

Na segunda quinzena de setembro, é realizado o Sairé, o maior evento religioso-cultural de Alter – durante o qual ocorre o sincretismo entre rituais católicos e profanos, de origem indígena –, promovido desde o século 18 e considerado o mais antigo da Amazônia. Ele envolve uma procissão fluvial, incluindo apresentações de dança, teatro, ladainhas e shows musicais, além do Sairódromo, arena onde acontece a disputa de representações de lendas regionais sobre os botos Tucuxi e Cor-de-Rosa.

Ah, e não se esqueça de contemplar o belíssimo pôr do sol, na Ponta do Cururu, um momento mágico que, aliado a outros atrativos locais, faz com que os turistas não esqueçam jamais de Alter do Chão.

 


 

Arquitetura atípica

Em Santarém, não estranhe os traços da arquitetura dos Estados Unidos, pois a história da cidade está fortemente atrelada àquele país. Em 1867, chegou lá um grupo de norte-americanos derrotados na Guerra de Secessão, travada entre os Estados do Norte e os do Sul. Seus descendentes vivem na cidade até hoje. É comum encontrar, entre os moradores, sobrenomes como Jennings e Riker.

Henry Ford também esteve na região. Em Belterra, a 46 km de Santarém, seus empresários e trabalhadores cultivaram seringueiras para a extração do látex, de 1934 até o final da Segunda Guerra. Deixaram, como herança, casas de madeiras típicas dos EUA, pintadas em branco verde, e bem cuidadas, atualmente ocupadas por famílias nativas.


(Colaborou: Rodrigo Carani)

 


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