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CAPA

PONTO DE PARTIDA (pág. 1)
Bráulio Luna Filho - Presidente do Cremesp


ENTREVISTA (pág. 4)
Kátia Maia - diretora da Oxfam Brasil


CRÔNICA (pág. 10)
Lusa Silvestre*


ESPECIAL (pág. 12)
Médico humanista - Aureliano Biancarelli


SINTONIA (pág. 19)
Medicina translacional


EM FOCO (pág. 22)
Complexo Industrial-militar, por Isac Jorge Filho*


CARA NOVA (pág. 25)
Nova Ser Médico


MÉDICOS NO MUNDO (pág. 26)
Ana Letícia Nery


GIRAMUNDO (pág. 30)
Medicina & Ciência


PONTO.COM (pág. 32)
Mundo digital & Tecnologia científica


HISTÓRIA DA MEDICINA (pág.34)
Das Misturas e Poderes das Drogas Simples


LIVRO DE CABECEIRA (pág. 37)
Antonio Pereira Filho*


CULTURA (pág. 38)
Histórias de vidas anônimas


TURISMO (pág. 42)
Turquia/Curdistão


CARTAS & NOTAS (pág. 47)
Espaço dos leitores


FOTOPOESIA (pág. 48)
Mensagem de Ano Novo


GALERIA DE FOTOS


Edição 73 - Outubro/Novembro/Dezembro de 2015

CARTAS & NOTAS (pág. 47)

Espaço dos leitores

Os médicos e a ditadura militar

Em julho de 1974, estava com meu pai, o jornalista Barros Ferreira, em Belém, e testemunhamos o empastelamento (N.R.: inutilização)do jornal Estado do Pará, cuja manchete era “A meningite chega ao Norte do País”. Eram 5 horas da madrugada. Como meu pai queria fazer uma reportagem sobre a estrada recém-inaugurada, que ligava Belém a São Luis, tomamos o ônibus às 6 horas na rodoviária de Belém.

Foi uma viagem impressionante, pois o ônibus pegou, ao longo da estrada, mais de 80 passageiros, até chegar à fronteira do Pará com o Maranhão. Às 15 horas, o ônibus nos deixou no vilarejo Gurupi. O ônibus era paraense e só podia ir até ali. Tivemos de pernoitar nesse vilarejo para pegar, na manhã seguinte, o ônibus maranhense para São Luis. Aproveitei para conhecer o lugarejo, cujas condições sanitárias eram deploráveis. Quem cuidava da saúde local era um farmacêutico. Ao saber que eu era médica, levou-me para ver um caso de meningite (sequelas). A jovem estava numa rede com alterações neurológicas generalizadas. Os pais informaram que o febrão (sic) se deu alguns dias depois que ela foi a um forró, num sábado, onde estavam presentes vários caminhoneiros vindos do Sul. Concluí que eram eles que estavam levando a meningite ao Norte do País.

Meu pai, ao chegar a São Paulo, procurou o prof. dr. Walter Leser, que, na época, era secretário da Saúde, e contou o que havíamos testemunhado. Conseguiu, com o apoio do dr. Leser, publicar no Diário Popular o artigo “A meningite caminha de caminhão pelo Brasil”. Assim caiu a mordaça. Constatamos que foi muito importante para a vacinação em massa que ocorreu a seguir no País o enfrentamento contra os militares do nosso grande epidemiologista prof. dr. Walter Leser.

Alice Teixeira Ferreira, médica


Crédito

Gosto demais dessa revista pela diversidade e cuidadoso conteúdo. Na edição de julho/agosto/setembro 2015 senti falta dos créditos ao autor do impressionante/contundente/doloroso monumento Tortura Nunca Mais. Foi idealizado pelo arquiteto Demétrio Albuquerque, piauiense, em homenagem aos mortos e desaparecidos devido à perseguição política no Brasil.

Maéve de Barros Correia, médica cardiologista intervencionista

Nota da redação: Foi uma falha não termos colocado o crédito do autor da escultura, como sempre o fazemos. Agradecemos o esclarecimento e elogios.


Remédios

Em relação à reportagem “Quando os remédios são venenos” (Ser Médico nº 71), vejo que no sistema público é dada uma quantidade maior de medicamentos do que o paciente precisa, gerando acúmulo de remédios sem uso. Não seria o caso de discutirmos também a dispensação da quantia adequada aos pacientes?

Julia Chagas Schimitd, médica infectologista

 

 

 


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